domingo, 31 de maio de 2026

Filmes

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MORTAL KOMBAT 2 (Avaliação 3,5/5 - Muito bom!)

 Novo longa da icônica franquia tem ótima ambientação e cenas de luta bem feitas, todavia peca em alguns pontos do roteiro. Vamos a análise!
 Que 'Mortal Kombat' é um game muito popular, disso não há dúvidas. Foram um total de 12 games cronológicos e alguns 'spin-offs', tamanho o sucesso da saga desde sua primeira aparição em 1992. E logicamente outras mídias vão sempre se aproveitar desse feito para usar o material fonte em suas produções. E com esse, já são 4 filmes lançados - sendo 2 deles na década de 90 do século passado e o último lançado em 2021. Com essa nova aposta, agora maior, mais arriscada e com mais personagens populares, o filme entrega bom divertimento, uma história mais focada nos games, batalhas insanas, mas trava por colocar alguns personagens na trama sem contexto prévio. Veremos abaixo o porquê de ser um filme tão misto em opinião.

'Johnny Cage' estreia, 'Liu Kang' e 'Sonia' retornam.

 Filme mais focado. Como o primeiro filme de 2021 errou feio em criar um personagem não existente na franquia e lançá-lo como protagonista - o que gerou uma repercussão altamente negativa por parte do público -, dessa vez alinharam decisões as expectativas da audiência e colocaram nada menos que 'Johnny Cage' (Karl Urban) como um dos principais. Com uma enorme gama de personagens carismáticos, a necessidade de qualquer outro a frente da produção é praticamente nula. E isso foi um grande acerto desse. Construir o torneio com personalidades do próprio game contribui bem mais para uma maior identificação com o público. E nesse quesito ficou realmente muito bom.
 Lutas e cenários insanos. Como nessa película o torneio foi efetuado de fato, a forma com a qual ele foi elaborado no longa trouxe extrema semelhança com os jogos. As lutas estão muito bem coreografadas - com destaque para o embate 'Liu Kang versus Kung Lao' - e tanto os cenários quanto os efeitos de câmera buscam trazer para as telas algo tão identificável que, do jogador mais casual ao mais 'hardcore', ambos vão perceber essa similaridade muito bem retratada em tela. Outro ponto alto da produção também.
 Personagens sem contexto. Dos pontos baixos, o que a trama engaja nas boas cenas acaba se perdendo inserindo sem ao menos uma apresentação formal antagonistas que sequer estavam no outro longa. 'Quan Chi' (Damon Herriman) e 'Shinnok' - cujo ator não foi creditado -, por exemplo, não tem quaisquer contexto anterior que definem as razões pelas quais estão ali já como aliados de 'Shao Khan' (Martyn Ford) e 'Shang Tsung' (Chin Han) e, muito embora tenham uma participação até relevante, são simplesmente jogados de forma incoerente apenas para fazer volume para os vilões do filme. O jogador que gosta do game vai identificar sem muita dificuldade eles, mas o público médio simplesmente não tem suporte narrativo que sustente suas aparições repentinas. Focaram muito em 'Johnny Cage' (Karl Urban) e 'Kitana' (Adeline Rudolph) e esqueceram totalmente do pretexto prévio dos maus, justamente para aprofundar o grau de periculosidade daqueles. Fora a falta de continuidade e planejamento prévio que a narrativa do filme anterior oferecia, que era a tal da 'marca de lutador do Mortal Kombat' - tudo bem, eu sei que esse conceito foi deprimente outrora mas era a premissa e foi categoricamente ignorada aqui. Uma pena.

Cenário lindo e embate épico.

 Enfim, vale a pena ver o filme? MUITO RECOMENDADO! "Mortal Kombat 2" acerta e conserta muitas coisas que o primeiro longa falha de forma bruta, todavia ainda erra a mão na continuidade. Mas engaja de forma fenomenal o torneio, com ótimos embates, cenários incríveis, finalizações insanas e estética totalmente focada para quem curte os jogos da franquia. Um filme que tem em seu ponto mais alto o 'fan service'. E talvez essa seja a maior das diversões que o longa pode oferecer ao espectador. Vale muito o ingresso!

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terça-feira, 26 de maio de 2026

Games

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THE KING OF FIGHTERS 98 ULTIMATE MATCH

 Combos úteis de Robert Garcia. Dificuldade fácil. Alto dano. Todos os combos foram executados por mim mesmo. Se gostar, por favor compartilhe esse vídeo, curta, comente e se inscreva no meu canal do YouTube. Obrigado por assistir!


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sexta-feira, 22 de maio de 2026

Filmes

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O DIABO VESTE PRADA 2 (Avaliação 4/5 - Muito bom!)

 Novo longa sobre moda protagonizado por estrelas consegue criar um novo paradigma com os novos tempos. Vamos a análise!
 O primeiro filme, lançado em 2006, teve como foco a construção e evolução do caráter de 'Andy Sachs' (Anne Hathaway) em meio a um turbilhão de sentimentos mistos ao trabalhar em uma revista de moda, comandada pela cruel e interessante personagem 'Miranda Priestly' (Meryl Streep). Ao confrontar essa mescla de personalidades, o filme traça um paralelo entre o que realmente vale a pena na vida: as escolhas profissionais ou as pessoais? E nesse traçado, vemos o crescimento profissional e, porque não dizer, emocional de 'Andy' durante sua jornada na 'Runway', pois ficou claro o seu interesse em se aprofundar naquele mundo, mesmo que isso custasse sua vida pessoal - até certo ponto. Pois bem, os anos se passaram, o aprendizado ficou, e temos agora uma 'Andy' mais madura, mais convicta e que, por uma questão de interesses, retorna para a 'Runway', sendo que a empresa está com um escopo totalmente diferente para os novos tempos. E o legal aqui é justamente o quanto isso afeta todos os personagens nos dias de hoje, inclusive 'Miranda'. Veremos abaixo alguns pontos curiosos dessa mudança e o quanto o filme aposta nessa nova realidade.


Elenco original retorna e está excelente.

 'Miranda Priestly' desconstruída. A pessoa mais impiedosa do primeiro filme vê-se em um conceito completamente diferente do que ela vivia - e usufruía desse poder com mão de ferro -, visto que o mundo digital entrou completamente no jogo e, mesmo ela querendo manter a postura, teve de se adaptar a algo que outrora ela tinha o domínio inteiro em suas mãos, de forma literal. Essa desconstrução da personagem ao longo da narrativa mostra algo muito interessante, que é o fato de que as coisas mudam e se não acompanharmos a evolução, a tendência é perdermos o controle daquilo que outrora éramos irretocáveis. E a personagem de Meryl Streep, interpretada novamente com maestria pela atriz, claramente sente o peso da idade e das mudanças, juntamente com o enfoque do tempo integralmente dedicado ao trabalho, que afetou emocionalmente sua vida pessoal. Essa prerrogativa do roteiro funcionou muito bem para a personagem, trazendo uma camada a mais na abordagem dela. Muito bom!
 Uma nova visão de mundo. Todo o longa é trazido para a atualidade, tanto nos conceitos quanto na tecnologia, e isso produz na trama algo que mescla com o olhar do passado. Se antes a empresa funcionava como uma revista física de moda, agora que praticamente tudo se tornou digital, isso vai influenciar diretamente em como os negócios vão se comportar daqui pra frente. Não é mais sobre 'o que se vende', mas 'como se vende'. A sociedade de consumo é outra atualmente, se focando em redes sociais, sites e aplicativos para o comércio, e caso uma empresa não se adapte a isso, vai perder mercado. E é nesse ponto que a história ganha contornos relevantes, pois os números de vendas físicas se tornaram em números de cliques válidos. Quantas empresas não sucumbiram nesse mercado hoje porque não souberam se adaptar? Fica o questionamento do longa.
 Filme com jeito 'Disney'. Muito embora a trama dê continuidade ao fim do longa anterior, com a demissão de 'Emily' (Emily Blunt), a decepção de 'Nigel' (Stanley Tucci) e a desistência de 'Andy' (Anne Hathaway) daquele emprego, a nova produção carrega indubitavelmente um tom menos sério. Se antes a produção se concentrava mais no desenvolvimento e seriedade das personagens, agora cria mais situações inusitadas - e porque não dizer até engraçadas - com direito até a um musical, bem ao estilo 'Disney' de contar histórias. E não é dizer que a personagem de Anne Hathaway não seja cômica na produção passada. Ela é. O que muda aqui nesse é que outrora ela era o contraponto da chefe e isso se tornava divertido. Aqui há invariavelmente uma mudança de tonalidade em toda a película, que suaviza pontos que eram sim mais sisudos. E mesmo vendo essa incomoda diferença, o elenco ainda brilha com atuações excelentes e lições bem colocadas.

'Miranda' ainda sendo imponente em cena.

 Enfim, vale a pena ver o filme? MUITO RECOMENDADO! "O diabo veste Prada 2" ainda consegue se sobressair com seu roteiro, embora feche um ciclo completo no seu primeiro filme. Atuações brilhantes, escolhas narrativas funcionais e um toque de atualidade fizeram esse novo longa mesmo assim ser bastante relevante. Vale muito o ingresso!

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quarta-feira, 20 de maio de 2026

Games

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THE KING OF FIGHTERS XV

 Belíssimo combo de Mature. Dificuldade média. Alto dano. Todos os combos foram executados por mim mesmo. Se gostar, por favor compartilhe esse vídeo, curta, comente e se inscreva no meu canal do YouTube. Obrigado por assistir!


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sexta-feira, 15 de maio de 2026

Filmes

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MICHAEL (Avaliação 5/5 - Excelente!)

 Cinebiografia de um dos maiores ícones da cultura pop é justa por homenagear de forma respeitosa o cantor. Vamos a análise!
 Que "Michael Jackson" é um dos maiores nomes da cultura pop mundial isso é inegável. Dono de um acervo de músicas e clipes invejáveis, o cantor sempre esbanjou talento tanto na musicalidade quanto nas danças e passos criados por ele. Não é nem um pouco difícil reconhecer sua discografia e o grande apelo que ela tem aos redor do mundo por inúmeros fãs que coreografam e imitam suas canções. Maior vendedor de discos da história, já era tempo de reconhecer sua contribuição para a cultura através de uma cinebiografia. E mesmo que sua vida não tenha sido das melhores, seu legado está muito bem estampado nessa primeira parte de sua trajetória. Vamos destrinchar aqui mais abaixo os motivos para este filme ser tão icônico e único.

Juliano Valdi brilha como o pequeno 'Michael'.

 Elenco escolhido a dedo. Um dos pontos altíssimos desse longa certamente foi a escolha de cada ator e atriz que interpretou cada persona que de alguma forma influenciou a vida do cantor. Inclusive os atores que viveram o próprio Michael Jackson tanto na fase infantil quanto adulta foram escolhas perfeitas. Juliano Valdi fez uma performance incrível do astro enquanto criança, com detalhes únicos e muito bem interpretados da vida do cantor, como o relacionamento problemático com o pai, Joe Jackson - também extremamente bem trabalhado por Colman Domingo, que entrega um homem frio, manipulador, absurdamente narcisista e que só pensava no império que ele construiu, sem dar o menor valor emocional aos filhos, principalmente o pequeno Michael. Mas é Jaafar Jackson quem brilha desconcertantemente na pele de seu tio - sim, ele é sobrinho de Michael, filho de Jermaine Jackson. Com uma aura quase que transcendente, Jaafar consegue inclusive imitar o timbre de voz tímido e amedrontado de seu tio - assistindo legendado se percebe com clareza - com tamanha sutileza que parece em certos momentos que é a voz do próprio Michael. E não só isso. As extravagâncias, os passos icônicos, algumas canções cantadas em cena pelo próprio Jaafar são algumas das peripécias extraordinárias de alguém que parece que conhecia Michael intimamente. Um trabalho magistral tanto de atuação quanto de estudo e pesquisa para se chegar a esse nível de entrega. Certeza que merece a indicação a algum prêmio em 2027. Podem apostar.
 Nuances de sua desconfortável vida. O longa não retrata de forma aprofundada a vida e os sofrimentos emocionais do cantor, todavia dá um vislumbre do quão incômodo foi viver tudo aquilo. O pai de Michael era, como já relatei no parágrafo anterior, um homem totalmente sem amor próprio e que não amava os filhos. Ele só via cifras. O narcisismo era algo real na vida de Michael, em uma época em que não se via falar nem ouvir sobre o assunto. E mesmo que o longa abrande essa temática, ela é um grande foco da narrativa central da produção, afetando pontos cruciais da vida do célebre astro do pop. É provável que vejamos mais consequências desse relacionamento abusivo na segunda parte dessa história, que será narrada em um próximo filme, já autorizado pela produtora.
 Momentos icônicos em tela. Outro ponto alto dessa película diz respeito ao enorme legado musical deixado pelo artista. Alguns vislumbres da produção de canções inesquecíveis estão lá para ver e rever. A captação de cada momento, eventos, das grandes apresentações estão registradas no filme de forma muito emblemática. Os ótimos 'takes', disposição das câmeras, enquadramento e fotografia são um espetáculo a parte. Tanto que em alguns pontos da película parece mais um 'show' do que propriamente um filme. A ideia realmente era tornar o legado de Michael Jackson bem executado nas telas grandes. E assim o é.

Jaafar Jackson está impecável na pele do cantor.

 Enfim, vale a pena ver o filme? RECOMENDADÍSSIMO! "Michael" não é um filme sobre polêmicas. É uma verdadeira e singela homenagem a um dos maiores artistas do nosso tempo. Elenco afiadíssimo e ótimas tomadas, sem se esquecer de mostrar que todo ser humano tem suas nuances, crises e problemas. Um verdadeiro 'showbiz' executado de forma memorável em tela. Vale demais o ingresso!

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terça-feira, 12 de maio de 2026

Filmes

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COMANDO ESTELAR FLASHMAN

 Alguns comentários e opiniões sobre esta maravilhosa série Tokusatsu dos anos 80 do século passado. Se gostar, por favor, compartilhe este vídeo, curta, comente e se inscreva no meu canal do YouTube. Obrigado por assistir!


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terça-feira, 5 de maio de 2026

Games

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THE KING OF FIGHTERS XIII

 Combo absurdo de Goro Daimon. Dificuldade alta. Alto dano. Todos os combos foram executados por mim mesmo. Se gostar, por favor compartilhe esse vídeo, curta, comente e se inscreva no meu canal do YouTube. Obrigado por assistir!


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sexta-feira, 1 de maio de 2026

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SUPER MARIO GALAXY - O FILME (Avaliação 4,5/5 - Excelente!)

 Novo longa dos encanadores bigodudos mais famosos dos games é divertidíssimo. Vamos a análise!
 Em mais uma muito bem sucedida tentativa de trazer as telas um dos maiores sucessos dos videogames, Illumination e Nintendo vão um pouco mais além no risco e se saem muito bem nessa nova empreitada. A nova animação mais uma vez tem uma história linear que funciona e um furacão de referências piscando o tempo todo na sua frente. E não se espera nem mais nem menos do que isso em uma produção de "Super Mario Bros." Parece que a indústria entendeu de vez como se fazer uma boa película baseada em um jogo. Vamos destrinchar abaixo o porquê esse longa é tão bom quanto seu antecessor.

Mario, Luigi, Toad, Yoshi: melhor quarteto.

 Fidelidade aos games. Baseado no jogo homônimo lançado originalmente para Nintendo Wii, o longa vai, além de trazer a personagem 'Rosalina' para o núcleo narrativo, expandir tudo o que foi mostrado até aqui do que é conhecido naquele universo. Agora 'Mario', 'Luigi', 'Toad', 'Princesa Peach' e o mais novo mascote 'Yoshi' - pelo menos nas telas grandes, pois nos games já é um velho conhecido de todos - vão se aventurar pela galáxia a fim de salvar 'Rosalina' e seu mundo das garras do filho mais novo de 'Bowser' - que vai dar um bocado de trabalho para nossos heróis dessa vez. Nisso o longa vai percorrer inúmeras fases do jogo original, além de ilustrar diversos momentos que realmente acontecem dentro do game. Sensacional!
 Referências e mais referências. Para muito além do game original abordado - o primeiro ato da animação se identifica demais com a abertura de um game do 'Mario', pois cada jogo tem cenas iniciais que revelam qual o objetivo daquele game em específico e a primeira parte é exatamente assim no filme, mostrando que 'Rosalina' foi raptada e que precisa ser resgatada -, a produção vai elevar o nível com uma enxurrada de inúmeras citações de outros jogos da franquia. São tantas que é difícil expor aqui todas e de quais jogos dos irmãos bigodudos elas são. Mas tem do mais recente "Mario Odissey" ao mais remotos da era do Nintendo 8 bits. E aí, conseguiu pegar todas as menções na película?
 Narrativa simples e sólida. 'Mario Bros.' não é sobre história elaborada. É sobre diversão sem limites. A Nintendo sempre deixou claro esse ponto. É lógico que existe interações entre os personagens que modelam suas personalidades e que fazem a narrativa funcionar nos games, mas tudo de forma simples e objetiva. E não poderia ser diferente em uma nova mídia. Não espere dilemas profundos, nem dinâmicas complexas. A Illumination trouxe exatamente o que os jogos transmitem, que é a leveza e a certeza de que o longa não se leva a sério, assim como no games. E é justamente daí o segredo do sucesso. Não enfeitar demais o que já é simples desde sempre.

Princesa Peach e seu famoso chapéu.

 3D sem grandes efeitos. No que tange ao uso dos óculos tridimensionais, não há uma alteração muito significativa que faça valer a pena de fato ver no recurso. Vai ficar dessa vez a seu critério, querido leitor. Se for um entusiasta como eu, assista. Se não, não agregará tanto valor a sua experiência com a animação.
 Enfim, vale a pena ver o filme? RECOMENDADÍSSIMO! "Super Mario Galaxy - o filme" é de fato a versão mais robusta da película original, onde o universo se expande e cria inúmeras novas conexões. Uma animação para todos os públicos, desde os mais novos, que vão se aventurar da forma mais divertida possível pela proposta da produção, até os mais velhinhos, que irão amar ver em tela tudo o que já jogou até aqui. Um outro grande acerto da parceria Nintendo/Illumination. Vale muito o ingresso!

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