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THE KING OF FIGHTERS XIII
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MINIONS & MONSTROS (Avaliação 4,5/5 - Excelente!)
Novo longa da franquia cria roteiro divertidíssimo e se torna forte
concorrente ao Oscar na sua categoria. Vamos a análise!
Que os
"Minions" já se tornaram os seres mais divertidos e
emblemáticos deste século não há a menor dúvida. Agora quando se
percebe que esses personagens rendem boas histórias sem
necessariamente ter ligação com a franquia principal e podem
agregar homenagens inteiras a certos períodos com boa conexão ao
legado do momento histórico relatado, isso vai elevar o nível da
animação a um outro patamar. Centrado ali na Hollywood dos anos 20
do século passado, a produção vai embarcar em uma dinâmica
cercada de inúmeras referências do contexto da época, bons
momentos de trama e claro, muitas boas risadas ao longo. Veremos
então mais abaixo o porquê dessa película ser tão única e
diferenciada.
![]() |
| Ele que fazer um filme em Hollywood. |
Homenagem ao cinema. A proposta central dos produtores da
'Illumination' combina de forma muito eficaz com a relação que os
"Minions" tem com o tempo. Conforme visto no primeiro longa
'spin-off', dentro da trama, eles já existem ao longo das eras e
estão sempre procurando um chefe malvado pra seguir. Neste escopo,
um deles demonstra ser fascinado por histórias e em determinado
ponto quer realizar o desejo de fazer um filme. Entre muitas
confusões e risadas, a animação vai dialogar muito com o público
que ama cinema e atravessar a fase onde tudo começa, mostrando -
pela ótica dos "Minions" obviamente -, uma crônica
deliciosa voltada a honrar os primórdios do cinema moderno. É um
passeio formidável pela anatomia do formato do que temos hoje em dia
em relação a sétima arte. Muito bom!
Chuva de referências
da época. São tantas cenas que vão dar vislumbre aos filmes daquele tempo que fica difícil elencar aqui o volume de informações que a
produção carrega. Entre um 'set' de filmagens e outro, vai se
inundando o espectador com uma doce viagem no tempo, inclusive
mostrando não só trechos de filmes, como também outros
acontecimentos da década de 20 do século passado que impactaram o
mundo naquele momento. E tudo de forma muito leve e cômica com um
texto muito inteligente e bem trabalhado, trazendo mesmo a memória
um pouco da história para crianças e jovens em forma de animação
e um gostinho valioso de preciosidades para os adultos de todas as
idades. Enquanto a narrativa avança, uma pequena aula é transmitida
para o público. Simplesmente genial.
"Minions" sendo
"Minions". Não há como elogiar o longa com todas as suas
nuances sem destacar que o que vemos em tela ainda são os seres mais
doidos e engraçados da atualidade. Logicamente que a produção vai
focar nas suas peripécias e loucuras e misturá-las com contextos
históricos para criar as camadas de humor que só os "Minions"
sabem trazer. Afinal de contas, o filme é protagonizado por esses
queridos e são eles que dão o tom a narrativa contada.
E é aí que a película também se sobressai. Porque até os temas mais
delicados são tratados de forma cômica sem ser desrespeitoso. E o
roteiro brilha nessa parte, mostrando que dá pra abordar diversos
assuntos com os protagonistas sem perder a direção, abrindo um
precedente incrível para usar os personagens em outras épocas de
forma caricata e criativa. Muito bom ver essa dinâmica também!
![]() |
| O amigo novo dos Minions. |
3D espetacular. Caros leitores, falo há um tempo aqui o quão
entusiasta sou desse recurso. E quando é divertido, o elogio é
certeiro. E nesse caso, convido a ter a experiência completa do
filme indo ver com os óculos. Os efeitos estão incríveis e vai
agregar de forma muito satisfatória a experiência geral. Dessa vez
considero obrigatório para quem curte tanto quanto eu. Vale as
moedinhas a mais com certeza!
Enfim, vale a pena ver o filme?
RECOMENDADÍSSIMO! "Minions & monstros" é um dos
maiores caprichos da Illumination com esses personagens, até porque
tem uma reviravolta no fim simplesmente espetacular de assistir com
uma metáfora extremamente inteligente. E todo o escopo histórico
que o filme proporciona vai agradar em cheio núcleos de todas as
idades. Saí da sala de cinema muito satisfeito com o que vi. Forte
candidato a uma indicação ao Oscar 2027 de "Melhor animação".
Vale demais o ingresso!
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SUPERGIRL (Avaliação 3/5 - Bom!)
Novo longa da DC Studios acerta na atriz protagonista mas peca em
outros pontos da produção. Vamos a análise!
James Gunn tem
iniciado seu universo compartilhado de forma um tanto quanto
inesperada. Ao invés de focar nos personagens mais importantes da
editora, tem usado seus esforços como co-CEO para trazer muitos
outros que não são tão conhecidos assim. Todavia, até então, tinha conseguido certo prestígio nessa empreitada. Seu "SuperMan"
foi agradável e algumas séries de sua autoria foram muito bem avaliadas.
Mas vamos ser sinceros. Nem sempre é possível acertar por completo.
E esse novo filme é prova disso. Usar a prima de um dos heróis mais
importantes da história poderia até ser uma ideia excelente. Até porque a atriz escolhida é muito boa para viver o papel. Mas a execução desse longa deixa tudo muito a
desejar. Veremos mais abaixo o porquê da película ter esses altos e
baixos.
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| Milly Alcock tem carisma como 'Kara/SuperGirl'. |
Milly Alcock surpreende. A atriz que dá vida a personagem em questão
é dinâmica, carismática e traz muito bem a visão da heroína que
o diretor queria transpor para as telas - muito embora haja uma mão
a mais na produção, pois certamente alguns pontos do filme tem a
assinatura de James Gunn impressos nela. Muito versátil, tem boa
presença em tela e suas tiradas são realmente condizentes com o
drama vivido por "Kara Zor-El" no longa. E mesmo que o
texto não ajude a atriz a ser mais profunda em sua atuação, Milly
corresponde muito bem ao que lhe foi proposto. Ponto positivo este!
Roteiro e trama fracos. A história planejada para este arco poderia
ser mais encorpada. Isso porque o roteiro entregue não se sustenta
tão bem e os diálogos integrados mais parecem que alongam o filme
do que contam uma narrativa mais elaborada. A impressão nítida é
que, além da repetição da 'fórmula James Gunn' - que foi muito
bem aceita em seus projetos anteriores, mas está se desgastando
nesse -, a trama não ganha a força necessária para realmente
cativar o público. Convenhamos, a vingança de uma personagem
coadjuvante juntamente com o conceito da possível perda de "Kripto"
soam como algo tão clichê que se perdem ainda mais com a entrega de
um vilão totalmente sem graça. Falarei sobre ele um pouco mais
adiante.
Cenas de ação muito boas. A medida que o longa
avança, as cenas de ação tanto de "Kara" quanto do
"Lobo" (Jason Momoa) são a maior atração dessa história.
Isso porque ambos os personagens não são tão justos assim - como
"SuperMan" por exemplo -, e entregam bons momentos com bons
efeitos especiais. Aliás, nesse quesito o longa entrega bastante e
traz boas lutas ao longo. Se a história seguisse a qualidade da
computação gráfica, teríamos um ótimo conjunto em mãos. Mas
fica aqui mais um ponto a favor para este!
Vilão medíocre.
Certamente a maior decepção dessa produção. Um antagonista que
não tem carisma, não cria uma ameaça real e se envereda por um
caminho para ser totalmente descartado no fim. Ficou a clara
impressão de uma mera casualidade heroína e malfeitor se
encontrarem sem que houvesse realmente algum interesse maldoso
envolvido. E a forma como a narrativa conduz um ao outro é a maior
prova do que digo. Para quem esperava um personagem a altura de 'Kara
Zor-El' e uma batalha épica entre eles pode ficar um tanto quanto
frustrado - como eu fiquei, caro leitor.
![]() |
| Vilão genérico e sem carisma. |
Enfim, vale a pena ver o filme? Recomendado! "SuperGirl"
cumpre o papel de mostrar a história de 'Kara' na pele da
carismática atriz Milly Alcock, que conduz muito bem a protagonista
dentro do texto que lhe fora entregue. Todavia peca por não
aprofundar mais a narrativa, pela condução de um roteiro simplório
e de um antagonista totalmente sem graça e que não rivaliza de fato
com a prima do 'Homem de Aço'. Mesmo assim, vale assistir para
entender contextos futuros do DCU. Vale o ingresso!
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TOY STORY 5 (Avaliação 5/5 - Excelente!)
Novo longa da franquia mostra que seus personagens ainda tem uma
enorme influência na cultura pop. Vamos a análise!
A franquia
dos brinquedos mais amados do mundo há mais de 30 anos está de
volta em uma nova história cheia de comoção, muitas reviravoltas e
um charme hipnotizante que só essa animação tem. Dona de uma das
histórias mais criativas e cativantes da Pixar, 'Toy Story' encanta
não somente as crianças, mas espectadores de simplesmente todas as
idades. E essa nova aventura de 'Woody', 'Buzz Lightyear', 'Jessie' e
companhia tinha a responsabilidade de entregar uma narrativa a altura
de seus icônicos personagens. E conseguiu. Veremos mais abaixo o
porquê dessa nova produção ser tão bem produzida.
![]() |
| A turma toda está de volta. |
Uma trama chamativa. Um dos pontos fortes dessa saga diz respeito
seu excelente roteiro. Após os eventos do 3° filme, os brinquedos
ganharam uma nova dona e partir daí, uma nova história começou a
ser trilhada. E algo que chama a atenção de forma muito doce é o
fato dos brinquedos se envolverem em inúmeras aventuras sem que os
adultos ou as crianças do longa percebam o quanto eles se deslocaram
de seus lugares de origem, fazendo com que sigam para lugares tanto
distintos quanto distantes, mas que magicamente são encontrados logo
após. Considero isso tão delicioso de se ver. Não precisa
explicar como os brinquedos foram para aqui ou ali. Basta conectar a
imaginação na trama e deixar o restante fluir. Isso sempre foi uma
marca da franquia e uma das coisas mais sublimes que a Pixar já fez.
Não a toa faz tanto sucesso a cada nova edição.
Tema central
muito relevante. Estamos vivendo na era digital e a temática dessa
vez é o acesso fácil e quase que irrestrito do uso de telas para as
crianças e o quanto isso afeta a capacidade imaginativa delas. Tanto
que "Bonnie", a protagonista criança da vez, e que adora
brincar de forma mais manual, encontra dificuldades de se conectar a
outras crianças, justamente pelo fato do modelo de suas brincadeiras
já não serem tão atuais. Isso por si só já é um ponto muito
relevante a se considerar, pois ela acaba ganhando também um tablet
para se atualizar ao novo modelo de recreação. Todavia chama a
atenção que a narrativa vai mostrar que o mundo digital nem sempre
vai ser o mais agradável a se seguir e os brinquedos vão fazer de
tudo para que ela se incline novamente para eles. O texto aqui faz um
papel tão importante e é de uma sublimidade tão grande que aborda
o polêmico dilema com tanta delicadeza e doçura que faz com que o
espectador realmente seja impactado com a mensagem proposta ao longo
de toda a animação. E com todo o encantamento que só essa franquia
pode oferecer. Um trabalho realmente mui digno de aplausos por tratar
de um assunto tão pertinente e tão importante nos dias de hoje.
Produção digna de uma franquia gigante. O nome 'Toy Story' carrega
sozinho uma responsabilidade colossal. Foi a primeira franquia da
história a usar computação gráfica no modelo dos seus personagens
e isso por si só já é um feito grandioso. Mas para além desse
curioso fato, o roteiro de seus filmes são uma aula de como fazer
uma boa animação acontecer e se perpetuar por tantos anos. E ainda
ser lembrado e ter relevância até os dias de hoje. Por isso que a
quinta versão tinha o dever e a incumbência de revigorar uma das
coisas que fazem a franquia ser realmente o que é. E ela fez. Muito
focado em 'Jessie' e seu passado, a trama extremamente comovente toca
fundo na alma quando o assunto é nostalgia e lembranças. E nesse
ponto aqui não há adultos, jovens ou crianças. Há pessoas que
certamente serão acariciadas por suas memórias afetivas - eu tenho
várias - e certamente lembrarão dos melhores momentos de suas vidas
que jamais voltarão, mas que sempre terá espaço nos corações
para serem lembrados - todo o contexto de 'Jessie' remete a isso,
gerando a conclusão de todo o seu arco narrativo. Um conto tão
tocante e intenso que leva o espectador aos tempos áureos da Pixar
em sua mais nobre essência. Maravilhoso!
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| A trama é focada em 'Jessie'. |
3D não agrega tanto. Assisti no recurso e afirmo sempre aqui o
quanto eu gosto dessa ferramenta para agregar a experiência do
filme. No entanto, dessa vez deixo a seu cargo, querido leitor, a
escolha, pois não há tanto brilho ou diferencial que faça eu
recomendar assistir com os óculos. Quando é realmente proveitoso,
eu exponho aqui. Mas dessa vez só recomendo se for um entusiasta,
assim como eu. Caso contrário, mesmo assistindo sem, a experiência
vai ser exatamente a mesma.
Enfim, vale a pena ver o filme?
RECOMENDADÍSSIMO! "Toy Story 5" é o vislumbre da Pixar remetendo-se aos seus tempos mais áureos e a receita perfeita de
como manter uma franquia desse tamanho ainda viva. Com um tema muito
pertinente e atual, é certeza que virão capítulos subsequentes a
esse enquanto esses personagens tiverem fôlego para coexistir. Um
filme lindíssimo de ser ver em todos os aspectos. Vale demais o
ingresso!
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FATAL FURY CITY OF THE WOLVES