Deus é bom. Já havia dito o próprio Jesus nas Escrituras: 'Porque me chamas bom? Ninguém é bom, a não ser um, que é Deus'. Visto que no momento em que a nação de Judá havia caído em meio ao império babilônico por sua contínua inconsistência na presença de Deus, o Próprio permite que a mesma seja alvo de juízo em meio aos seus graves erros cometidos ao longo dessa parte de sua história. E após esse incidente de tamanhas proporções, Jeremias levanta uma grande lamentação, choro e tristeza pelo povo que não o havia dado ouvidos. Daí surge esse que talvez seja um dos textos mais conhecidos de seu ministério. O profeta abre seu coração ao declarar que por causa da misericórdia, o povo de Judá não haveria de ser completamente exterminado pelo Pai. Ei querido, aplicando esse mesmo texto em nossas vidas, Deus por muitas vezes nos poupou de muitas coisas e nos guardou justamente porque 'suas misericórdias não tem fim'. Como cristãos e servos do Senhor, devemos entender que nossos atos estão todos sob julgamento do Pai. E como não-cristãos o que rege vossas vidas são as intercessões feitas por outrem e a mão misericordiosa do Senhor, pois saindo a mão dEle, entra Seu juízo. Somos errantes nessa Terra, e como servos não devemos nos conformar com nossos erros, mas buscar melhorar a cada dia. Julgou? Não julgue mais, ore. Difamou? Não difame mais, tu não conhece a história do difamado por você. Errou pelo seu próprio corpo? Peça a Deus perdão e se levante. Mas nunca, nunca deixe o seu erro se enraizar em você, pois foi exatamente por isso, por cauterizar a mente e perder a sensibilidade do Espírito Santo, que Judá caiu. Seja pleno e sincero com Deus, viva uma vida de honestidade para com Ele, porque Ele é 'misericordioso e justo para perdoar'. Medite nessa passagem, reflita e seja abençoado em nome de Jesus!
Blog misto com intuito de unir cultura e conhecimentos bíblicos em um só lugar objetivando mostrar que entretenimento faz parte da vida de todos, incluindo cristãos. Se quiser se conectar para agregar ideias, se divertir e compartilhar valores que edificam, sejam muito bem-vindos a este canal! [Telegram: t.me/crisgama79] [Instagram / TikTok / YouTube: @crisgama79]
sexta-feira, 29 de março de 2019
Reflexão bíblica
"As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não tem fim" Lamentações de Jeremias 3.22
terça-feira, 26 de março de 2019
Filmes
NÓS (Avaliação 4/5 - Muito bom!)
Novo longa do mesmo diretor de “Corra” cria um
thriller de suspense com horror enigmático e, ao mesmo tempo, crítico e
simbólico. Vamos a análise! ^^
Valendo-se talvez da clássica ideia da dualidade humana – em que temos inclinações para o bem e para o mal –, a proposta do diretor Jordan Pelee nos mostra uma família que, como em sua maioria, sai para curtir férias em sua casa de praia e de repente se depara com algo inesperado: versões macabras de si mesmos para atormentá-los. Mas, e se o mistério por dentro disso for ainda mais profundo? É com essa premissa que o longa se desenrola e produz no espectador a sensação clara de que há versões de nós mesmos que não conhecemos.
Ainda falando do roteiro, a percepção do diretor em ‘criar uma versão do mal’ de si mesmo, ao meu ver, representa essa luta de instintos que temos dentro de nós. Só que separadas por corpos de uma mesma pessoa. E a questão que fica no ar o filme inteiro – que tem um final bem surpreendente – é: quem será que vence essa batalha interior?
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| Cartaz com mensagem bem enigmática! ^^ |
Valendo-se talvez da clássica ideia da dualidade humana – em que temos inclinações para o bem e para o mal –, a proposta do diretor Jordan Pelee nos mostra uma família que, como em sua maioria, sai para curtir férias em sua casa de praia e de repente se depara com algo inesperado: versões macabras de si mesmos para atormentá-los. Mas, e se o mistério por dentro disso for ainda mais profundo? É com essa premissa que o longa se desenrola e produz no espectador a sensação clara de que há versões de nós mesmos que não conhecemos.
Ainda falando do roteiro, a percepção do diretor em ‘criar uma versão do mal’ de si mesmo, ao meu ver, representa essa luta de instintos que temos dentro de nós. Só que separadas por corpos de uma mesma pessoa. E a questão que fica no ar o filme inteiro – que tem um final bem surpreendente – é: quem será que vence essa batalha interior?
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| Winston Duke: comicidade em meio a tensão! ;) |
Existem vários pontos de crítica social
embutidos nessa trama, como as diferenças de contexto social – a família ‘branca’
sempre possui mais recursos – e uma assertiva crítica sobre a segregação racial
que existe, não só nos EUA, como em toda parte do mundo (visto como, por
exemplo, os habitantes da cidade de Beira, em Moçambique, estão completamente
desolados após forte ciclone ter passado por aquele local e a forma com que as
autoridades internacionais lidam com aquela comunidade. Em países
predominantemente ‘brancos’, financeiramente saudáveis e com interesses
políticos, o tratamento é diferente. Embora uma coisa não tenha ligação direta
com a outra, pois o filme foi feito muito antes do ocorrido, elas acabam se
completando pelo contexto do filme). Além de tudo isso, uma intrigante passagem
bíblica mostrada durante todo o filme produz um clima apocalíptico
interessante, uma vez que o texto fala sobre um mal que seria impossível de
escapar. Essa complexa ideia de que ‘somos maus e responsáveis pela nossa
própria destruição’, representados nos ‘clones ruins’, digamos assim, de nós
mesmos, mexe de certa forma com o imaginário humano e produz realmente a ideia
crítica que sim, nosso ‘eu interior’ maligno e corrompido tem sido responsável
por todos os danos causados a própria humanidade e que em algum momento, vamos
pagar pelos erros cometidos. É uma proposta bem rica de conteúdo e debate
produzida por esse diretor/roteirista. ^^
Lupita Niong’o e Winston Duke formam um
par que funciona muito bem e percebe-se uma certa afinidade, pelo fato de serem
amigos na vida real, dentro da conjuntura da trama. Enquanto a sua personagem
tem um passado complexo e um psicológico abalado, ele por sua vez é alegre e
acaba se tornando o alívio cômico da película. E essa dose de tensão e
comicidade trabalha paralelamente com toda a história e, embora não tenham
muitos ‘jump scare’, tudo flui bem dentro do contexto narrativo, onde cada
detalhe, por menor que seja, tem relevância ímpar no todo. Eu mesmo queria ver
de novo para atentar a alguns detalhes ‘perdidos’ e quem sabe abrir algum outro
viés interpretativo . ^^
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| Lupita e as crianças Evan Alex e Shahadi Wright Joseph ^^ |
A trilha sonora deste tem meu destaque
uma vez que consegue ambientar todo o clima de inquietude e aflição que o longa
oferece. E mesmo nos momentos descontraídos contextualiza os personagens e cria
algumas ‘camadas’ a mais nos mesmos, identificando também o lado social de cada
um deles. O que é formidável quando a trilha sonora acompanha tanto a trama
quanto seus personagens, influenciando na personalidade dos mesmos. Muito bom!
^^
Enfim, vale a pena ver o filme? MUITO
RECOMENDADO! Com um final intrigante e amplamente aberto a questionamentos, “Nós”
é uma ruptura do convencional do gênero e abre um belo debate sobre quem nós
realmente somos, sobre nossos conceitos e sobre a humanidade num contexto
geral. Uma obra instigante, altamente filosófica e que certamente vale seu
ingresso e sua ida ao cinema. Tem grandes chances de aparecer em alguma
categoria do Oscar ano que vem pela sua complexidade e sonoridade. Boa diversão!
;)
segunda-feira, 18 de março de 2019
Reflexão bíblica
"Quanto ao homem, os seus dias são como a erva, como a flor do campo assim floresce" Salmos 103.15
Amados, nossos dias aqui nessa terra são contados. Não queiramos nós presumir que seremos seres eternos vivendo neste corpo carnal. Nossa vida é sim, um leve sopro. Eu mesmo, este que vos escreve, lembro-me da minha infância simples e como uma leve brisa que soprou, estou quase chegando aos 40 anos. E o que quero expor com isso? Na verdade, quero te fazer uma outra pergunta: O que tens feito com a sua vida? O propósito dela é somente servir a essa mera existência pra depois morrer? Viver para você, é criar certas superstições vãs e se fiar nelas para obter algum proveito ou sucesso por aqui? É viver de aparências para tola aprovação dos outros? Meu amado, nós nem sabemos quanto tempo temos ou quanto tempo nos resta nesta vida. O que ajuntamos aqui, o que conquistamos aqui, ficará aqui. Decerto que quero que entenda que não estou dizendo que não podemos buscar viver bem por aqui. Não é esse o meu ponto. A questão é depois que partirmos, o que tens preparado para o porvir? No versículo 16 desse mesmo Salmo em apreço, diz 'passando por ela o vento, logo se vai, e o seu lugar não será mais conhecido'. Percebe que a dura realidade após essa vida é passar por ela e não ser mais conhecido? Ei querido, existe um lugar em que a vida transpassa os limites do impossível. E esse lugar se chama Cristo Jesus. Ele sabe que somos um leve sopro por aqui. Ele viveu isso. E é por isso que Ele é o melhor lugar para se estar. Porque mesmo que este corpo terreno se desfaça, mesmo que não sejas mais lembrado, estando nEle, Ele te acolherá e nunca se esquecerá de ti. Procure um lugar onde possa encontrá-lO e sentir esse abrigo maravilhoso que é Cristo. Ele estabelecerá contigo uma aliança que jamais será quebrada - a não ser que você queira quebrar. Entregue todo seu coração, alma e viver para Ele. Pois, além de encontrar descanso para sua alma, acharás também algo ainda mais precioso que nunca e nem com nenhum recurso financeiro poderás achar por aqui. Pense nisso, medite nessa Palavra e seja abençoado em nome de Jesus!
quarta-feira, 13 de março de 2019
Filmes
CAPITÃ MARVEL (Avaliação 4,5/5 - Excelente!)
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| Poster nacional lindíssimo! ^^ |
Em mais uma trama bem conectada com os demais
filmes do universo Marvel, filme solo da nova heroína convence, diverte e
define novos rumos. Vamos a análise! ^^
O universo cinematográfico da Marvel
está aí e ninguém pode mais negar esse fato. Filmes entrelaçados como nos arcos
dos quadrinhos conectam personagens a histórias de forma abrangente e
abundante. E a personagem da vez tem por nome ‘Carol Denvers’. Apresentada sob
a alcunha de ‘Capitã Marvel’ e como sendo a heroína mais poderosa desse
universo, ela começa a traçar os futuros novos rumos da nova fase dos filmes
que estão por vir. Isso porque, apesar de sua história de origem se passar na
década de 90 do século passado – cheio de referências daquela época, por sinal –,
ela terá fundamental papel na linha do tempo do UCM.
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| O excelente Nick Fury de Samuel L. Jackson :) |
Sua fórmula simples em contar mais uma
vez a ‘jornada do herói’ – só que dessa vez construindo sua personalidade
através de flashbacks – faz com que a personagem encontre seu caminho de forma
leve e bem roteirizada. Carol Denvers é uma menina que vai levando seus ‘tombos’,
mas está sempre pronta a se reerguer, aprender com a vida e buscar novas
tentativas para conquistar seu espaço no mundo. E o que considero mais
interessante é o fato de que o longa fala da mulher forte sem precisar ser
feminista. Desenvolve certo senso de empoderamento sem ser descarado. Cria o
universo da heroína e toda sua força sem tornar tudo muito forçado. Assim como
em ‘Pantera Negra’, a casa de Stan Lee (in memorian) mais uma vez usa das
temáticas atuais de maneira sutil e sem produzir alarde. Apenas tratando de
mostrar fragilidade e força em balanças justas, mostrando o lado feminino da
mulher, e não o feminista. Agrega – e muito – sem histerias. Show! ^^
A parceria Brie Larson/ Samuel L.
Jackson parece que soa como algo natural. O roteiro lida com a junção dos dois
personagens de realidades bem diferentes com uma naturalidade que pode ser vista
claramente em cena pelos dois atores. Com uma química praticamente genuína, a
experiência de Jackson juntamente com o ar encantador de Larson produzem ótimas
cenas ao longo. Um complementa a construção do outro. Muito notável essa
parceria. ;)
Jude Law, que interpreta ‘Yon-Rogg’ tem
papel fundamental na história mas seu personagem poderia ser mais explorado. Não
compromete a execução do roteiro, não se perde em nenhum momento nos atos, mas
conhecer mais sobre ele e seu passado seria bem interessante. Lashana Lynch,
que vive a amiga da Carol, ‘Maria Rambeau’ também cria boa conexão com a
protagonista e tem participação muito efetiva na trama, construindo as pontes
que ligam toda a trajetória terrena da protagonista. Annette Bening vive a
versão feminina do ‘Mar-Vell’ dos quadrinhos, tendo relevante participação
também e boa apresentação dentro do que propunha o contexto de sua personagem.
Muito bom! ^^
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| A heroína mais OP (overpower) da Marvel rsrs |
Não posso deixa também de elogiar, além
do roteiro amarradinho, a edição do longa. O filme é tão bem trabalhado na
edição que tanto entrelaça a história quanto liga os pontos fundamentais de
forma coerente e sem deixar lacunas, ou seja, espaços temporais ou cortes sem
sentido. E ainda conecta outras tramas secundárias, como o envolvimento do ‘Tesseract’
(que contém a Joia do Espaço) e a subtrama que envolve Nick Fury, Agente Coulson
e toda essa questão dos primórdios da ‘Shield’. Fantástico!
Acredito que, nessa evolução crescente em
nível dos filmes com selo ‘Marvel’, falar dos efeitos especiais e da qualidade
visual do filme chega a ser ‘mais do mesmo’. O destaque talvez ficaria por
conta dos ‘Skruls’, seres transmorfos que podem reproduzir qualquer pessoa que olharem.
Tanto a caracterização quanto os efeitos estão muito legais. As coreografias de
luta e as efetivas cenas de ação estão em um ótimo padrão e até soaria estranho
se não estivesse. Creio que estão em um patamar bastante sólido nesse quesito
há bastante tempo inclusive. ^^
A projeção 3D é legal, tem certa
profundidade, mas não encanta tanto dessa vez. O uso da tecnologia poderia ter
sido melhor empregado. Até pela quantidade de cenas fora da Terra, os efeitos
poderiam ser mais bacanas ao meu ver. O efeito sempre agrega bastante, mas deixo
a seu cargo, querido leitor, a escolha dessa vez.
Enfim, vale a pena ver o filme? RECOMENDADÍSSIMO!
Abordando questões atuais com sutileza, “Capitã Marvel” traz a doce atriz Brie
Larson no papel de uma das peças-chave da futura ‘Fase 4’ da Marvel nos
cinemas. Um longa extremamente bem cadenciado, com efeitos incríveis e um
elenco visivelmente bem entrosado. Mais um grande acerto do estúdio que se
torna relevante e divertida sua ida aos cinemas. Vale muito o ingresso! ;D
sábado, 9 de março de 2019
Reflexão bíblica
"Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados" Mateus 5.4
As bem-aventuranças do sermão da montanha que Cristo narrou revelam um profundo cuidado com as nossas vidas e emoções. Jesus nos deixou alguns dos ensinamentos mais louváveis que poderíamos ter em vida. E um desses se refere as nossas lágrimas. Irmãos, lágrima de servo de Deus não cai no chão. É levada até o Trono de Glória do Pai como cheiro suave as Suas narinas e Ele as recebe com muito amor. Chorar não é algo que nos faz inferiores. Não é algo que nos faz menos que os outros. Na verdade, é a expressão física exposta dos sentimentos mais profundos enraizados dentro de nós. Portanto meus queridos, se tiver que chorar, se derramar na presença do Senhor, faça. Lágrimas expelidas limpam a alma ferida e produzem um alívio que só quem já o fez sabe. Não guarde nada em seu coração. Clame a Deus para retirar tudo o que fica dentro de você que te sufoca, pois segundo o texto em apreço, você será consolado. Há consolo, abrigo e paz naqueles que não endurecem seu coração pra Deus. A máxima 'homem não chora' não deveria e nem deve se aplicar aos santos do Senhor. Então porque Ele te deu glândulas lacrimais? E porque Jesus diria isso em Seu sermão? Até o Próprio Cristo chorou. O que não devemos é chorar em vão, a toa. Mas quando a necessidade pedir, não crie barreiras. Estudos comprovam que guardar 'entulhos' dentro de você causam doenças. E doenças graves. Portanto, esteja aberto pra receber de Deus o consolo e a paz que só Ele pode proporcionar. E a canção que complementa nossa mensagem de hoje é "Quando eu chorar - Bruna Karla". Medite nessa Palavra e seja abençoado por essa lindíssima canção em nome de Jesus!
terça-feira, 5 de março de 2019
Filmes
SAI DE BAIXO - O FILME (Avaliação 3/5 - Bom!)
Sitcom de maior sucesso dos anos 90/2000 retorna em uma película inédita e divertida bem ao estilo do seu homônimo programa. Vamos a análise! ^^
Quem está na casa dos seus 30/40 anos certamente vai se lembrar do ‘Sai de baixo’ nos fins de noite da Rede Globo. Dono de um humor impagável, irreverente e muito autêntico para época, tornou-se um grande sucesso de crítica e público e alavancou mais de 6 anos na programação global com diversos episódios extremamente engraçados e, ao mesmo tempo, críticos. Nomes como Tom Cavalcante, Miguel Falabella, Marisa Orth, Araci Balabanian e Claudia Gimenez compunham o elenco principal e só por aí já dá pra se ter uma ideia do que esperar. Como ele era gravado em um teatro na cidade de São Paulo (Teatro Procópio Ferreira-S.P.), muitos improvisos e piadas soltas fora do roteiro acabavam entrando na grade do programa editado para a TV. E era isso que fazia de ‘Sai de baixo’ tão cômico e duradouro. Em recentes entrevistas do elenco principal, falou-se que muito do que era visto nas esquetes era marca do improviso mesmo, pois os textos do roteiro não eram lá essas coisas e em muitos casos, optavam pelo que tornou-se a marca registrada do programa dominical.
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| Cartaz cômico no estilo do seriado! rs |
Sitcom de maior sucesso dos anos 90/2000 retorna em uma película inédita e divertida bem ao estilo do seu homônimo programa. Vamos a análise! ^^
Quem está na casa dos seus 30/40 anos certamente vai se lembrar do ‘Sai de baixo’ nos fins de noite da Rede Globo. Dono de um humor impagável, irreverente e muito autêntico para época, tornou-se um grande sucesso de crítica e público e alavancou mais de 6 anos na programação global com diversos episódios extremamente engraçados e, ao mesmo tempo, críticos. Nomes como Tom Cavalcante, Miguel Falabella, Marisa Orth, Araci Balabanian e Claudia Gimenez compunham o elenco principal e só por aí já dá pra se ter uma ideia do que esperar. Como ele era gravado em um teatro na cidade de São Paulo (Teatro Procópio Ferreira-S.P.), muitos improvisos e piadas soltas fora do roteiro acabavam entrando na grade do programa editado para a TV. E era isso que fazia de ‘Sai de baixo’ tão cômico e duradouro. Em recentes entrevistas do elenco principal, falou-se que muito do que era visto nas esquetes era marca do improviso mesmo, pois os textos do roteiro não eram lá essas coisas e em muitos casos, optavam pelo que tornou-se a marca registrada do programa dominical.
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| Magda (Marisa Orth) e suas peripécias insanas rsrs |
Pois bem, 17 anos se passaram e o
reconhecido sitcom nunca havia saído das mídias televisivas ou teatrais. Quando
a ideia na verdade (re)surgiu ficou a cargo de Miguel Falabella escrever o
roteiro para esse novo projeto. E em diversos momentos a característica mais
marcante do seriado pode ser vista nas telas. Isso porque em recentes comentários
do ator/roteirista ele afirmou ter tornado por muitas vezes irrelevante o que
ele mesmo escreveu, visto as dificuldades por exemplo da atriz Araci Balabanian
de atuar, por conta da sua longeva idade. E tornar o filme em uma grande
‘esquete’ improvisada acabou deixando-o mais ‘solto’ por assim dizer, com
liberdade para os atores criarem alguns momentos bem hilariantes. Logicamente a
‘fuga’ do roteiro não foi na sua totalidade, mas pode ser vista ao longo com
clareza – e algumas gargalhadas – inclusive ‘quebrando a quarta parede’ em
alguns momentos. Bem caracterizado. Gostei do que vi em tela. ;)
Quase todo o elenco original está no longa. A exceção de Claudia Gimenez – que vivia a empregada Edileuza – e Márcia Cabrita (in memorian) – que interpretava Neide Aparecida, todos os originais aparecem. A novidade fica por conta de Cacau Protásio (Cibalena), Rafael Canedo (Caquinho), Lucio Mauro Filho (Banqueta/Angelina), e Katiuscia Canoro (Sunday). Todos bons em seus trabalhos, porém acho que o maior destaque vai para Lúcio Mauro Filho – do elenco novo – devido sua ótima caracterização de ambos os personagens que interpretou. Muito legal e bem convincente. Já Cacau Protásio não foi tão bem aproveitada ao meu ver como deveria e lhe faltou alguns traços mais fortes do seu tipo de comédia. Podiam ter dado uma liberdade maior de improviso a ela também.
Quase todo o elenco original está no longa. A exceção de Claudia Gimenez – que vivia a empregada Edileuza – e Márcia Cabrita (in memorian) – que interpretava Neide Aparecida, todos os originais aparecem. A novidade fica por conta de Cacau Protásio (Cibalena), Rafael Canedo (Caquinho), Lucio Mauro Filho (Banqueta/Angelina), e Katiuscia Canoro (Sunday). Todos bons em seus trabalhos, porém acho que o maior destaque vai para Lúcio Mauro Filho – do elenco novo – devido sua ótima caracterização de ambos os personagens que interpretou. Muito legal e bem convincente. Já Cacau Protásio não foi tão bem aproveitada ao meu ver como deveria e lhe faltou alguns traços mais fortes do seu tipo de comédia. Podiam ter dado uma liberdade maior de improviso a ela também.
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| Parte do elenco. Ribamar (Tom Cavalcante) continua impagável! rsrs |
Em alguns momentos, o filme oscila um pouco,
‘desacelera’ em sua narrativa e gera alguns altos e baixos na sua estrutura
cômica. Já disse isso aqui em minhas análises algumas vezes: cada um tem sua
percepção diferenciada do riso. O que pode ser engraçado para mim, pode não ser
para outros. Então o que deixo claro aqui são os meus parâmetros. E ao meu ver
ele tem seus momentos fortes e outros nem tanto – alguns até mesmo meio
forçados ao meu ver. Mas dei sim altas gargalhadas no cinema. (rsrs)
A desconjuntada Magda (Marisa Orth), o famigerado Caco Antibes (Miguel Falabella) e o porteiro Ribamar (Tom Cavalcante) dão o tom da comédia com seus ótimos personagens originalmente criados para a série. Além do aspecto da comédia, são uma dura crítica a uma sociedade de valores invertidos, onde estereótipos – como os da Magda – são criados pela mídia, pessoas sem nenhum escrúpulo – como o caso de Caco – estão por aí ‘se criando’ em meio a uma sociedade isenta da valores. Trocando o ‘nobre e honesto’ pelo que é apelativo e sujo, por vezes. Já naquela época se propunha uma ideia bem pontuada sobre o assunto. E mesmo que hoje muitos reclamem desses tipos de personagens por conta do tal ‘politicamente correto’, eles estão aí e são uma ode a essa nossa sociedade sem parâmetros ou preceitos (estou logicamente falando àqueles que se encaixam em tais condições obviamente).
Enfim, vale a pena ver o filme? RECOMENDADO! “Sai de baixo – o filme” é um ‘revival’, ainda que bem tardio, do bem aceito programa de outrora. Apesar das poucas inovações, cumpre muito bem seu papel de relembrar esses queridos personagens que tem grande marca na mente de muitos até hoje e foram responsáveis por grandes momentos cômicos na TV e no teatro onde era filmado o mesmo. Uma nostalgia que vale muito a pena ser revista e revisitada. Vale o ingresso! ^^
A desconjuntada Magda (Marisa Orth), o famigerado Caco Antibes (Miguel Falabella) e o porteiro Ribamar (Tom Cavalcante) dão o tom da comédia com seus ótimos personagens originalmente criados para a série. Além do aspecto da comédia, são uma dura crítica a uma sociedade de valores invertidos, onde estereótipos – como os da Magda – são criados pela mídia, pessoas sem nenhum escrúpulo – como o caso de Caco – estão por aí ‘se criando’ em meio a uma sociedade isenta da valores. Trocando o ‘nobre e honesto’ pelo que é apelativo e sujo, por vezes. Já naquela época se propunha uma ideia bem pontuada sobre o assunto. E mesmo que hoje muitos reclamem desses tipos de personagens por conta do tal ‘politicamente correto’, eles estão aí e são uma ode a essa nossa sociedade sem parâmetros ou preceitos (estou logicamente falando àqueles que se encaixam em tais condições obviamente).
Enfim, vale a pena ver o filme? RECOMENDADO! “Sai de baixo – o filme” é um ‘revival’, ainda que bem tardio, do bem aceito programa de outrora. Apesar das poucas inovações, cumpre muito bem seu papel de relembrar esses queridos personagens que tem grande marca na mente de muitos até hoje e foram responsáveis por grandes momentos cômicos na TV e no teatro onde era filmado o mesmo. Uma nostalgia que vale muito a pena ser revista e revisitada. Vale o ingresso! ^^
sexta-feira, 1 de março de 2019
Reflexão bíblica
"Por isso, tendo recebido um Reino que não pode ser abalado, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus agradavelmente, com reverência e piedade" Hebreus 12.28
Irmãos amados, temos todos em mãos uma torre forte que jamais pode ser destruída. O Reino do Céus é real e é comandado pelo nosso Senhor Jesus. Ao efetuar o brado 'é me dado todo o poder no céu e na terra', Cristo tomou posse de uma nação celeste que jamais será abalada, como diz o texto em apreço. Mas para que tenhamos acesso a ela de forma abrangente, alguns requisitos relatados nesse mesmo texto são altamente necessários para nosso consentimento. O primeiro deles é reter a graça do Pai. Essa graça é derramada sobre nós pelo Espírito Santo pelo amor do Filho por nós. É o favor de Deus que não merecemos. Mas para que seja recebida em nossas vidas, devemos, como diz o texto, agradar nosso Senhor. E é aí que topicalizamos os meios essenciais para que consigamos agradá-lO. Primeiro, a reverência, como diz o dicionário, é 'um respeito profundo a alguém ou algo que se considera sagrado'. Como anda nosso temor a Deus? Reverenciá-lO é, acima de tudo, praticar a Palavra que Ele mesmo nos deixou. Se não conseguimos fazer isso, se não conseguimos olhar pros nossos irmãos e ver Cristo neles, não temos nenhuma reverência a Deus. Segundo, piedade, que é, segundo o mesmo dicionário, 'virtude que permite render a Deus o culto que lhe é devido' ou ainda 'compaixão pelo sofrimento alheio'. Temos prestado nosso culto a Deus de forma racional com sabedoria e temor? Ou só chegamos na igreja para 'bater o ponto' em meio a rituais e tradições que tem assolado os nossos templos nos dias atuais? E nossa compaixão e respeito pelos irmãos, temos cumprido ou vivemos daquilo que é aparente? Ei querido, essas são questões muito pertinentes nos nossos dias. Em tempos de esfriamento espiritual e amor se esfriando, cabe a você e eu nos posicionarmos para não nos tornarmos 'parte do sistema'. Pois o que mais move o coração de Deus é sua sincera devoção e seu amor por Ele e não seu tempo de igreja ou sua religiosidade. Pense nisso, medite e que Deus te abençoe em nome de Jesus!
terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
Reflexão bíblica
"Isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que creem; porque não há diferença" Romanos 3.22
Deus é tudo em todos. Provavelmente você já deve ter ouvido essa máxima em algum lugar. Mas para que verdadeiramente a mão justa do Senhor pudesse se manifestar sobre tudo e todos nessa Terra, Ele teve de enviar seu Filho Unigênito para que ao olhar para Cristo pudéssemos ver a justiça do Pai sobre os homens. Jesus é a resposta para todos os questionamentos que o homem faz sobre nosso Senhor. Deus O enviou para que 'todo aquele que nEle crê, não pereça, mas tenha a vida eterna'. O Filho é a demonstração mais verdadeira de que só há conforto e salvação nEle. A fé é o 'combustível' que mostra o quanto eu e você cremos no que Ele fez por nós. Ei querido, a justiça de Deus foi manifesta em Jesus. Aquele que O segue e crê nEle, tens em mãos as mais poderosas dádivas que um homem pode receber: amor, carinho, paz, segurança. Porém, de mesmo modo, assim como Cristo é justiça para os que creem, Ele também é justiça para os que não creem também, pois como diz o texto em apreço, 'não há diferença' de raça, de cor, etnia, sexo ou qualquer outra questão humana cabível. O Pai nos olha através do Filho e para Ele, existem os que creem e os que não creem. Portanto amado, escolha o lado do crer. Pois o que define eu e você pra Deus não é tudo o que fazemos para Ele, e sim em que alicerce estamos edificados. Em outras palavras, Ele não te olha pelas obras, embora seja importantíssimo fazer. Ele te olha por quem você é interiormente, porquanto a 'salvação é pela graça, por meio da fé; não pelas obras, para que ninguém se glorie nelas'. Medite nessa Palavra, não pense que faz-se a obra por 'barganha' do Céu, pois muitos se enganam e se enveredam por esse caminho. Pense em fazer tudo por amor ao nosso Senhor e certamente Ele se agradará mais de ti. Que Deus te abençoe em nome de Jesus!
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
Filmes
UMA AVENTURA LEGO 2 (Avaliação 4/5 - Muito Bom!)
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| Poster nacional bacana! ^^ |
Com uma dinâmica tão divertida quanto a do
primeiro filme, a sequência de “Uma Aventura Lego” é o filme infantil que todo
adulto precisa ver. Vamos a análise! ;)
‘Lego’ é talvez uma das marcas de
brinquedos das mais famosas do mundo atual. Sua interatividade criativa faz
desse um grande negócio na mão de quem sabe usar – e até de quem não sabe usar
também (rsrs). Ver nesse público um nicho para transformar toda essa
criatividade em um filme é deveras uma ‘aventura’ mesmo. Porém quando você
consegue aliar esse fenômeno a um roteiro absurdamente assertivo, hilariante e
lotado de insanas referências, se obtém literalmente uma ‘mina de ouro’ em suas
mãos. E foi isso que a Warner fez. Capitalizar o que já era bom e transformar
em algo ainda melhor, só que agora em outro tipo de mídia. E o resultado final
é realmente fabuloso! ;)
O roteiro tipifica situações do
cotidiano – nesse primeiro caso as crianças protagonistas brincando de ‘Lego’ –
com uma junção quase que instantânea dos brinquedos tecendo críticas sobre
mundo a nossa volta e também reverenciando tudo o que a cultura pop hoje nos
traz em termos gerais. É uma verdadeira aula de como transformar a brincadeira
em algo crítico e ao mesmo tempo singelo. E a trama consegue passear por essas
questões tão brilhantemente que chama atenção dos adultos para o conteúdo
satírico embasado na cultura pop ao mesmo tempo que diverte os pequenos com a
singeleza dos bonequinhos em movimento. Show! ^^
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| O protagonista Emmet dublado no original por Chris Pratt ^^ |
Uma das personagens, a ‘vilã’ ‘Rainha
tudo o que você quiser ser’ é uma clara referência aos estereótipos criados em
meio a uma sociedade cheia de ‘regras’. Quem disse que ‘Lego’ precisa ser bem
feito para ser apreciado? A premissa não só coloca em ‘xeque’ o brinquedo em si
como faz alusão aos padrões que mundo impõe nas pessoas em geral. A sociedade
tende a reprimir o ‘diferente’, o que foge ‘desse ou daquele tipo de padrão’
que foi criado. Respeitar as diferenças é o que nos faz ser realmente únicos. E
essa ideia é bem fundamentada no longa a partir do momento em que se observa o
menino criando um ‘universo coeso’ e a menina criando coisas completamente
‘nonsense’ com seus bloquinhos. Isso também fica bem claro com o protagonista
‘Lego’ Emmet. Ele é totalmente fora dos padrões daquele mundo ‘pós
apocalíptico’ inventado pelo jovem humano do longa, demonstrando que sim,
podemos ter diferenças vivendo e convivendo num mesmo ecossistema. E eu achei
isso genial da parte dos roteiristas. Usar o brinquedo como ‘pano de fundo’
para uma crítica construtiva e produtiva sobre a alienação humana e sobre como
isso afeta nosso convívio social é simplesmente fantástico! ;)
Há também um outro personagem – que não
direi o nome pois posso dar ‘spoilers’ aqui – que cria certo rancor por ser
‘abandonado’ quando sem querer ele é arremessado para debaixo da máquina de
lavar e fica lá por tempos. Isso cria nele um sentimento de pesar por ter sido
deixado lá de lado, ao mesmo tempo que metaforicamente narra o que acontece
conosco quando somos desprezados e/ou deixados de lado. O ser humano costuma
perder o otimismo pela vida e desaprende em certo sentido a lidar com as
relações humanas. E gente, como isso é brilhante na forma de conduzir o texto
dentro da temática ‘Lego’. Dentro de todos esses contextos é que digo o quanto
o roteiro é fino e singelo para as crianças porém complexo e relativo ao
público mais velho. É absolutamente genial! (E por isso o meu gosto tamanho por
apreciar essa franquia de filmes ^^)
O teor das referências é outro ponto
absurdamente forte no longa. Existe uma ideia global em mencionar tanto coisas
dos anos 80/90 do século passado, satirizando-as com muita comicidade –
inclusive caçoando do fato de serem ‘velhas’ (quem ver vai entender o que digo)
quanto do contexto pop/geek atual, por vezes até ridicularizando certos
conceitos e criticando a exposição exaustiva da indústria em querer vender um
produto. A ‘música que gruda’, conforme aparece na película, faz uma excelente
alusão a esse processo por vezes incansável em massificar certas marcas até
enjoar para o público. E essa massificação gera alienação, que gera falta de
percepção da realidade. Muito bom isso também! ;)
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| Lucy (Elisabeth Banks) e Batman (Will Arnet): divertidos! ^^ |
A exposição dos bonequinhos ao ambiente
a sua volta – nesse caso em específico o quarto das crianças – produz momentos
hilariantes, parodiando termos comuns do nosso cotidiano. Num dos exemplos que
posso citar, quando os amigos de Emmet são ‘raptados’, eles são levados através
do ‘portal escadar’ (rsrsrs), numa alusão a terem sido tirados do quarto do
menino pela escada que conduz aos outros cômodos. Sem falar no ‘plot twist’
(reviravolta geralmente inesperada) no fim do segundo ato. O formato da piada
gerada nesta cena em específico me fez gargalhar muito alto, pois a indústria
adora fazer aquele tipo de coisa, o famoso ‘gancho’ pro filme seguinte. E a
forma com que isso é satirizado é também sensacional. ;)
O 3D dessa vez deixa um pouco a desejar
quando se fala em animação. Peca na falta de efeitos pertinentes e de um maior
esforço em usar o recurso. Uma pena. Geralmente esse tipo de trabalho usa muito
bem a tecnologia, mas falhou feio nesse. A questão fica estritamente opcional
dessa vez, querido leitor. :)
Enfim, vale a pena ver o filme? MUITO
RECOMENDADO! Mantendo firme a essência do primeiro longa, “Uma aventura lego 2”
dispõe tanto do carisma de seus personagens quanto da perspicácia dos seus
roteiristas em transformar o brinquedo em uma forma de crítica não palatável
para as crianças – que vão se deliciar em ver o ‘Lego’ em movimento –, mas
endossada para um publico mais velho. Ao meu ver, tem o conteúdo certo para agradar
a todos sem exceção. Vale muito o ingresso! ;D
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
Reflexão bíblica
"Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de Ti, que opera a favor daquele que por Ele espera" Isaías 64.4
Deus não muda. Você já deve ter ouvido muitas vezes em muitas pregações falarem isso. Porém é uma premissa categoricamente verdadeira. O Pai está sempre por perto daqueles que precisam dEle e do Seu auxílio. E o texto em apreço vai destacar o infinito amor e compaixão do nosso Senhor, dizendo que nunca antes se viu nem ouvir falar de Deus assim. O texto em apreço ainda vai afirmar que não existe outro Deus imutável que não vá socorrer aquele que O chama. Ei querido, Deus muitas das vezes só está aguardando um chamado seu para agir e operar algo em seu favor. Não duvide do que o Pai é capaz de fazer. Ele opera sinais, maravilhas e milagres a todo aquele que nEle crê e espera. Não se iluda com outros deuses que cobram 'favores' para te ajudar. Nosso Deus não cobra esse 'pedágio' e nem exige sacrifícios pessoais e penosos do seu corpo, pois Ele foi o maior sacrifício e pagou o maior preço pela sua vida lá na Cruz do Calvário. Ele só quer que você O clame, pois como diz um outro texto, 'se creres, verás a glória de Deus'. Pense nisso. E a canção que complementa nossa mensagem de hoje é "O sonho não morreu - Flordelis". Medite nessa mensagem, ouça essa canção lindíssima e seja abençoado em nome de Jesus!
segunda-feira, 28 de janeiro de 2019
Filmes
CREED 2 (Avaliação 5/5 - Excelente!)
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| Cartaz não nacional, mas épico e imponente! :) |
Com uma carga dramática muito forte, ‘Creed 2’ traduz todo sentimento que os personagens da franquia ‘Rocky’ carregam. Vamos a
análise! ^^
Emocional. Acredito que seja essa a
palavra que pode definir o segundo capítulo da saga Creed. Quando o primeiro
filme foi anunciado, havia toda uma ‘aura’ em torno do mesmo por conta da volta
do seu mais célebre protagonista, agora já velho e aposentado, vivendo uma vida
simples, longe dos holofotes e das câmeras de suas glórias do passado. E a
interpretação de Sly no papel do ex-boxeador lhe rendeu o ‘Globo de Ouro’ como
melhor ator coadjuvante e um indicação ao ‘Oscar’ pela mesma categoria. E agora
ele retorna mais firme do que nunca para esta tão bem escrita sequência, que
põe também o ótimo Michaell B. Jordan como protagonista novamente no papel do
filho de Apollo Creed.
Dentro de um contexto de mágoas, rancores e orgulhos feridos, o longa vai abordar o tema família de uma forma muito profunda. Os laços emocionais que envolvem os personagens são tão ricos que sua imersão na trama é praticamente automatizada pelos inúmeros momentos de comoção entre os personagens. Não tem como não se sensibilizar com os dramas pessoais de cada núcleo composto. A desonra de Ivan Drago (interpretado novamente pelo digníssimo ator Dolph Lundgren) por sua derrota outrora e sua decadência que levaram o esporte de seu país a tempos sombrios, fazendo com que seu único filho fosse a esperança perdida em meio as suas profundas cicatrizes; ao passo que a revolta e tristeza de Adonis Creed (Michaell B. Jordan) em não ter tido um pai refletiu e muito em seu comportamento e propósito de vida. Una isso a um Balboa atormentado e melancólico por sua esposa morta e seu filho distante e veremos vidas se entrelaçando em situações muito convincentes, com atuações realmente dignas da estatueta mais famosa e cobiçada do mundo. E não é exagero nenhum da minha parte dizer isso.
Dentro de um contexto de mágoas, rancores e orgulhos feridos, o longa vai abordar o tema família de uma forma muito profunda. Os laços emocionais que envolvem os personagens são tão ricos que sua imersão na trama é praticamente automatizada pelos inúmeros momentos de comoção entre os personagens. Não tem como não se sensibilizar com os dramas pessoais de cada núcleo composto. A desonra de Ivan Drago (interpretado novamente pelo digníssimo ator Dolph Lundgren) por sua derrota outrora e sua decadência que levaram o esporte de seu país a tempos sombrios, fazendo com que seu único filho fosse a esperança perdida em meio as suas profundas cicatrizes; ao passo que a revolta e tristeza de Adonis Creed (Michaell B. Jordan) em não ter tido um pai refletiu e muito em seu comportamento e propósito de vida. Una isso a um Balboa atormentado e melancólico por sua esposa morta e seu filho distante e veremos vidas se entrelaçando em situações muito convincentes, com atuações realmente dignas da estatueta mais famosa e cobiçada do mundo. E não é exagero nenhum da minha parte dizer isso.
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| Jordan e Stallone protagonizam uma dupla extremamente crível! |
Bela homenagem ao ator Carl Weathers,
nosso querido Apollo Creed, pai de Adonis. De todas as referências que podem
ser vistas, e diante de todo clima soturno que o longa oferece, com camadas de
tons e cores para cada ocasião, como é o caso dos tons azulados do ambiente
gélido da Ucrânia, país onde reside Ivan e Viktor Drago (interpretado pelo
também ótimo e frio ator Florian Munteanu), revelando desgosto, desesperança e
destempero na vida de ambos, a menção mais honrosa certamente vem do personagem
morto vivido pelo querido ator. Por toda parte pode se ver momentos de pesar
pelo trágico incidente ocorrido no passado. Até a casa da esposa de Apollo em
tons mais pastéis revela a solidão, tristeza e saudade. Tudo realmente muito
bem contextualizado por parte direção de fotografia do filme. ;)
Interpretações fortes por parte de todo o elenco. Sly mais uma vez mostra seu lado mais humano ao se portar de forma intensa em seu já abatido personagem. O contexto cômico revela também um pouco de sua luta pela vida e traduz tudo o que seu personagem é. Outra que revela intensidade é a queridíssima Tessa Thompson, que vive a personagem Bianca, par romântico e extremamente funcional com Jordan. A química entre os dois é absurda e sua graciosidade constrói uma mulher ‘frágil’ e ‘corajosa’ ao mesmo tempo. ‘Frágil’ pela sua imaturidade com algumas coisas da vida – como é o caso da bebê que chega – porém ‘corajosa’ por enfrentar seus medos ao lado de seu par romântico. Uma atuação doce, leve e extremamente comovente, como o todo da película. É tão forte essa carga dramática no filme que, mesmo de forma suja, as feridas de Ivan Drago (Dolph) são sentidas e de certa forma, compreensíveis – mesmo ele usando de artíficios escusos com seu filho – entenda-se ‘vencer a todo custo, mesmo que leve a vida do outro’, como havia feito em outro tempo. É intensa e frenética essa abordagem. ;)
Interpretações fortes por parte de todo o elenco. Sly mais uma vez mostra seu lado mais humano ao se portar de forma intensa em seu já abatido personagem. O contexto cômico revela também um pouco de sua luta pela vida e traduz tudo o que seu personagem é. Outra que revela intensidade é a queridíssima Tessa Thompson, que vive a personagem Bianca, par romântico e extremamente funcional com Jordan. A química entre os dois é absurda e sua graciosidade constrói uma mulher ‘frágil’ e ‘corajosa’ ao mesmo tempo. ‘Frágil’ pela sua imaturidade com algumas coisas da vida – como é o caso da bebê que chega – porém ‘corajosa’ por enfrentar seus medos ao lado de seu par romântico. Uma atuação doce, leve e extremamente comovente, como o todo da película. É tão forte essa carga dramática no filme que, mesmo de forma suja, as feridas de Ivan Drago (Dolph) são sentidas e de certa forma, compreensíveis – mesmo ele usando de artíficios escusos com seu filho – entenda-se ‘vencer a todo custo, mesmo que leve a vida do outro’, como havia feito em outro tempo. É intensa e frenética essa abordagem. ;)
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| Os 'Drago': ótima performance! |
Todo o roteiro foi escrito pelo próprio
Stallone e me surpreende, não pelo fato de ser ele o escritor, mas por toda
qualidade que cada diálogo e interação que cada personagem possui. Os primeiros
minutos em cena mostrando a família Drago no mais profundo silêncio já
evidencia tudo o que os personagens querem passar, concernente aos seus
sentimentos. É incrível essa cena inicial. E minha surpresa não é por achar Sly
talvez não preparado para escrever um roteiro, mas é ver o quão bom roteirista
ele se tornou e o quanto a história do filme tem o coração dele inserido no
contexto. O primeiro ‘Rocky’ é considerado um dos mais emblemáticos, épicos e
impecáveis filmes de todos os tempos. E
é claro que um dos personagens mais icônicos de sua carreira iria ter um fim
digno do que ele realmente representa e merece. E é por conta disso que fiquei
surpreendido positivamente com o texto. ;)
Enfim vale a pena ver o filme? RECOMENDADÍSSIMO! O peso dramático que o longa carrega aliado a atuações de altíssimo nível fazem este “Creed 2” estar no mesmíssimo patamar do primeiro filme – senão até um pouco mais acima. Uma película que leva o legado ‘Rocky’ com a mesma intensidade e glória do passado e tornam o legado deste ainda mais espetacular. Pena não ter concorrido a alguma categoria no Oscar. Qualquer uma delas seria bastante merecido. Mais uma bela obra da sétima arte para ser apreciada com gosto. Vale demais o ingresso!
Enfim vale a pena ver o filme? RECOMENDADÍSSIMO! O peso dramático que o longa carrega aliado a atuações de altíssimo nível fazem este “Creed 2” estar no mesmíssimo patamar do primeiro filme – senão até um pouco mais acima. Uma película que leva o legado ‘Rocky’ com a mesma intensidade e glória do passado e tornam o legado deste ainda mais espetacular. Pena não ter concorrido a alguma categoria no Oscar. Qualquer uma delas seria bastante merecido. Mais uma bela obra da sétima arte para ser apreciada com gosto. Vale demais o ingresso!
terça-feira, 22 de janeiro de 2019
Games
COMENTÁRIO: MEGAMAN 11 (PS4, XBOX ONE, NINTENDO SWITCH, PC)
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| Lindíssima arte de capa dos consoles! *-* |
Uma das
franquias mais icônicas dos games recebeu sua décima-primeira versão – numerada
– em 2 de Outubro de 2018 debaixo de muitos elogios. MegaMan 11 foi o retorno do personagem após oito
anos sem um game novo original. E a espera até que foi bem recompensada com
gráficos atualizados, dificuldade insana, trilha sonora bacana e um gameplay
clássico que me fez lembrar muito as versões do Nintendo oito bits.
É bem difícil falar sobre MegaMan por conta da memória afetiva que tenho pelo game. Passei muitas tardes da minha infância jogando este magnífico game que até hoje ainda vejo as versões originais do Nintendinho com bons olhos. Embora a maioria dos jogos desse console estejam datados, há algo magnético sobre este game que me faz jogá-lo por horas sem cansar ainda. E não sei quanto a vocês, mas ao menos este, na minha opinião, continua com bons gráficos no NES. Acho que por conta da forma cartunesca que os personagens e vilões foram criados para o jogo. Tudo era muito bem desenhado e bem posicionado em tela, fazendo você simpatizar até com os inimigos – ou, por vezes, se irritar também. Um cuidado e um carinho que fez com que a franquia alcançasse o coração de milhões da fãs pelo mundo inteiro – eu, inclusive. (rsrs)
É bem difícil falar sobre MegaMan por conta da memória afetiva que tenho pelo game. Passei muitas tardes da minha infância jogando este magnífico game que até hoje ainda vejo as versões originais do Nintendinho com bons olhos. Embora a maioria dos jogos desse console estejam datados, há algo magnético sobre este game que me faz jogá-lo por horas sem cansar ainda. E não sei quanto a vocês, mas ao menos este, na minha opinião, continua com bons gráficos no NES. Acho que por conta da forma cartunesca que os personagens e vilões foram criados para o jogo. Tudo era muito bem desenhado e bem posicionado em tela, fazendo você simpatizar até com os inimigos – ou, por vezes, se irritar também. Um cuidado e um carinho que fez com que a franquia alcançasse o coração de milhões da fãs pelo mundo inteiro – eu, inclusive. (rsrs)
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| Até a tela de seleção de estágio é linda e nostálgica! *-* |
Quando do anúncio da volta do Blue
Bomber, meu coração bateu mais forte. Ver nosso queridíssimo robozinho azul com
aqueles lindos gráficos apresentados de forma atualizada me encheu os olhos de
alegria. E o que me chama atenção na parte gráfica é o extremo zelo em
reconstruir toda a estrutura dos games antigos, mantendo a essência do que é o
game. E mais uma vez o lado cartunesco falou mais alto. Por vezes jogando o
novo game me sinto literalmente jogando um desenho animado, de forma fluida,
suave e cativante como todo MegaMan tem de ser. A cada novo cenário, o visual
que identifica a série está presente. O que certamente me deixou extremamente
satisfeito com o resultado final. ^^
A trilha sonora – outro ponto extremamente marcante da série – ficou muito boa nesse também, porém o uso quase que global das batidas eletrônicas trouxe certo enfado ao ouvintes da mesma. Em certo ponto você até se confunde, pois o formato das composições, principalmente das oito primeiras fases, se tornam muito parecidas umas com as outras. Poderiam facilmente usar outros tipos de ‘samplers’ para dinamizar mais as canções e diversificá-las, tornando-as únicas. Tá certo, eu sei que MegaMan é sobre robôs e o eletrônico tem forte peso para a conjectura do game, porém a identidade musical da cada fase ficou comprometida justamente por abusar desse único recurso. E uma diferenciada de sons poderia dar mais pluralidade as mesmas. :)
A trilha sonora – outro ponto extremamente marcante da série – ficou muito boa nesse também, porém o uso quase que global das batidas eletrônicas trouxe certo enfado ao ouvintes da mesma. Em certo ponto você até se confunde, pois o formato das composições, principalmente das oito primeiras fases, se tornam muito parecidas umas com as outras. Poderiam facilmente usar outros tipos de ‘samplers’ para dinamizar mais as canções e diversificá-las, tornando-as únicas. Tá certo, eu sei que MegaMan é sobre robôs e o eletrônico tem forte peso para a conjectura do game, porém a identidade musical da cada fase ficou comprometida justamente por abusar desse único recurso. E uma diferenciada de sons poderia dar mais pluralidade as mesmas. :)
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| O cuidado e carinho pode ser visto por toda parte! <3 |
O insano e dificílimo gameplay do game
remete aos primeiros jogos da série. Embora um novo recurso tenha sido inserido
– o Double Gear System, que são mecanismos de suporte para o protagonista – e ajudam
muito a amenizar a dificuldade, ainda assim, momentos de tensão e certa
irritação serão constantes para quem deseja encarar o game – a não ser que você
queira usar os modos mais fáceis, que são justamente para iniciantes e novos
jogadores da franquia. O uso correto das Gears faz com que nosso herói ganhe
poderes extras, como desacelerar o tempo (speed) e mais poder para as armas obtidas
(power), mas só ajuda se for usado corretamente, pois se extrapolar o uso o
protagonista fica com o sistema superaquecido e demora a recarregar os poderes,
prejudicando de certa forma sua passagem pelo cenário por vezes. Decerto que os
mais habilidosos podem passar as fases sem o uso do recurso, mas as mesmas
foram construídas para essa nova ferramenta do ‘Azulão’. E embora o gameplay
seja tenso, é ao mesmo tempo muito gostoso de se jogar, pois o ‘core’ de toda
série MegaMan está ali. Vi em uma entrevista que o produtor fez com que cada um
dos membros da equipe de desenvolvimento jogasse os jogos antigos a esmo, para ‘captar’
as principais características que fizeram a série ser tão popular e amada. E
toda vez que eu jogo, sem medo de errar, me sinto abruptamente levado a década
de 90 do século passado. A dificuldade de MegaMan 1 e 2, juntamente com as
inovações do 3 e 4, e as melhorias gráficas do 5 e 6 estão inseridos com
sucesso nesse. É um ‘revival’ nostálgico e saudosista sentir esse ‘feeling’ ao
jogar este game. Particularmente ele me remete demais ao sexto episódio da
série e magicamente não sei explicar o porquê. Memórias afetivas, eu acho.
(rsrs)
Juntando todos esses fatores, para quem é fã inveterado do nosso Blue Bomber – ou até mesmo para quem simpatiza com ele –, a diversão é extremamente garantida e repaginada para os tempos atuais com muito louvor e esforço da equipe que desenvolveu o game. Não é um AAA, e nem era essa a intenção dos programadores quando resolveram aceitar essa empreitada. Mas é toda a paixão de uma geração de fãs transposta em mínimas coisas que fazem dessa franquia uma das mais longevas e apaixonantes já registradas na história dos games. Tudo o que fez a mesma ascender e se tornar tão notável está lá nos seus devidos lugares, sem tirar nem por. Um oásis para todos os que amam – assim como eu – o robozinho azul mais querido dos games. Deslumbre visual e item obrigatório para os fãs de todas as idades. Nota 9! ;)
Juntando todos esses fatores, para quem é fã inveterado do nosso Blue Bomber – ou até mesmo para quem simpatiza com ele –, a diversão é extremamente garantida e repaginada para os tempos atuais com muito louvor e esforço da equipe que desenvolveu o game. Não é um AAA, e nem era essa a intenção dos programadores quando resolveram aceitar essa empreitada. Mas é toda a paixão de uma geração de fãs transposta em mínimas coisas que fazem dessa franquia uma das mais longevas e apaixonantes já registradas na história dos games. Tudo o que fez a mesma ascender e se tornar tão notável está lá nos seus devidos lugares, sem tirar nem por. Um oásis para todos os que amam – assim como eu – o robozinho azul mais querido dos games. Deslumbre visual e item obrigatório para os fãs de todas as idades. Nota 9! ;)
sábado, 19 de janeiro de 2019
Reflexão bíblica
"Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática, será comparado a um homem prudente, que edificou sua casa sobre a rocha" Mateus 7.24
'A fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus'. Esse texto nos mostra a maneira pela qual a fé nos é gerada. E uma vez concebida começa a dar a luz a comunhão com Deus. Mas como citado no texto em apreço, só ouvir não é suficiente para se ter uma vida plena com o Pai. É necessário algo mais. Jesus enfatiza em seu discurso veementemente a prática de tudo aquilo que Ele ensina. Ei querido, você pode ser o 'Mestre' da Bíblia, ter todo conhecimento do mais profundo das Escrituras, ensinar e pregar como ninguém, mas se sua conduta não condizer, para Deus de nada adianta. 'Será comparado a um homem insensato, que edificou sua casa sobre a areia', diz a contraparte desse mesmo texto. Estamos todos sujeitos a errar, mas é o que você e eu fazemos com os nossos erros que define o que e quem somos pra Deus. Se omitimos para Aquele que conhece a tudo e todos, somos os mais insensatos seres. Mas, 'se confessarmos nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar'. E aí sim sua conduta de lutar por retidão continuará intacta. Siga o exemplo de Davi. Um homem segundo o coração de Deus que falhou, mas sempre reconheceu diante de Deus seus erros. Esse é o segredo do 'homem prudente que edificou sua casa sobre a rocha'. Não é errar propositalmente nem o tempo todo, mas saber reconhecer quando se equivocar. Medite nessa Palavra e seja abençoado em nome de Jesus!
quarta-feira, 16 de janeiro de 2019
Filmes
HOMEM-ARANHA NO ARANHAVERSO (Avaliação 5/5 - Excelente!)
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| Ótimo poster nacional! :) |
Vencedora do ‘Globo de Ouro’ e do ‘Critic’s
Choice Awards’, nova animação do aracnídeo mais famoso dos quadrinhos é
absolutamente incrível, ousada, orgânica e funcional! Vamos a análise! ;)
Certamente quando se fala em
‘Homem-Aranha’ logo mais rapidamente vem a sua mente Peter Parker. Esse é
certamente o alter-ego mais famoso do ‘Cabeça de Teia’. Porém nesta animação a
história é toda centralizada em um outro conhecido, o jovem negro do Brooklyn
Miles Morales. E a ideia do enfoque narrativo ser posto nele faz com que a
animação tenha uma apresentação toda especial e diferenciada. Vejamos os
porquês abaixo.
A começar pela escolha do protagonista,
a construção de sua personalidade é de uma qualidade técnica formidável. O
nível da empatia que você cria com o personagem é tão grande e intenso que em
pouquíssimo tempo em tela o espectador já se deixa envolver pelos seus
conflitos, seus dramas e porque não dizer, em certo sentido, sua fofura justamente
por conta de sua ingenuidade. A tenra idade de Miles aliado a sua extrema
imaturidade sobre a vida e, consequentemente, a aquisição de seus poderes faz
com que o público reaja de forma bastante emotiva aos seus dilemas e ao seu
crescimento, que é percebido inclusive durante todo o filme com o caráter
evolutivo do mesmo e suas mudanças em meio as questões pessoais. É satisfatório
e muito cativante esse aspecto do filme. ;)
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| O queridíssimo e carismático Miles Morales! ^^ |
A forma como a trama é conduzida prende
sua atenção do início ao fim, com linhas de diálogo coerentes e lúcidas, que
agregam conteúdo relevante ao desenvolvimento do roteiro e não somente falas
sem nexo durante. Inclusive a formidável construção dos momentos cômicos do
filme também ajudam a definir como cada um dos ‘Aranhas’ é. E isso é o que faz
uma narrativa ser, ao meu ver, chamativa e atraente: desenvolver o personagem
central e amarrar a trama tanto dos coadjuvantes – que em certo sentido são
protagonistas também em segundo plano com suas próprias sub-tramas – quanto do
antagonista, tecendo as motivações de cada um e entrelaçando-as formando o
contexto geral da história e seus porquês – como é o caso da formidável
justificativa pela qual o vilão ‘Rei do Crime’ fomenta ao longo. E essa
estruturação está realmente bem produzida no longa. :)
O nível técnico da animação é um patamar
acima. Muitíssimo fluida e gostosa de assistir, dá ao espectador uma plena
concepção de como cada personagem é na essência. E o fato de não ser um ‘live-action’,
concede permissividade e liberdade criativa para se conceber o que quiser, do
jeito que quiser. Nenhum filme de ‘carne e osso’ tem essa liberdade, embora a
tecnologia esteja avançada. É o transporte quase que inequívoco dos quadrinhos
para a tela, salvo as restrições das diferentes mídias. Deslumbre visual até
para os mais ávidos fãs. ^^
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| Quadrinhos áudio-visuais. É assim o filme todo! *_* |
O envolvimento com o projeto em 3D
certamente é outro fator de muitas congratulações. Absurdamente bem produzido,
alarga a profundidade em tela do filme e produz momentos memoráveis durante o
desenvolvimento da animação. O uso da tecnologia é tão bem feito no mesmo que
dá pra afirmar que ele é parte intrínseca do próprio. Funde-se com a técnica
usada na animação e ambos parecem uma coisa só. Não sei se consegui passar o
que percebi, porém o longa cria uma nova ambientação com o recurso. É um tipo
de experiência com o 3D e outro sem. É simplesmente fantástico e obrigatório
dessa vez! ;)
Enfim, vale a pena ver o filme?
RECOMENDADÍSSIMO! Vencendo já importantes prêmios e com ‘cheirinho’ de Oscar
vindo já por aí, “Homem-Aranha no aranhaverso” é daquelas concepções impecáveis
que de tempos em tempos a sétima arte nos concede. Um trabalho visual
magnífico, aliado a um pomposo roteiro, trilha sonora de elevadíssimo nível e o
carisma quase que inigualável de seus personagens centrais. Para mim, uma das
melhores animações que já assisti, sem medo nenhum de errar! Se és fã, é
imprescindível sua visita ao cinema. Vale demais o ingresso! ;D
domingo, 13 de janeiro de 2019
Filmes
WIFI RALPH: QUEBRANDO A INTERNET (Avaliação 4/5 - Muito Bom!)
Com um
roteiro leve e contexto envolvente, novo filme da franquia supera e muito seu
original. Vamos a análise! ^^
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| Lindo cartaz nacional! ^^ |
A Disney com seu time criativo sempre
tem formas de cativar o público com suas animações. Essa em específico não foi
produzida pela ‘Pixar’, e sim pela própria ‘Walt Disney Studios’. Porém isso
não diminui em nada a qualidade técnica de sua produção. Pelo contrário, a cada
nova franquia ou sequência a expectativa, independente da equipe de criação, é
sempre muito alta. E mais uma vez o cuidado em criar personagens carismáticos e
história que amarre o espectador a sua trama podem ser vistos nesse também de
maneira bem singular. :)
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| Os adoráveis protagonistas. ;) |
A sutileza do roteiro leva o público
dessa vez aos confins da internet, levando Ralph e Vanellope a um desconhecido
e curioso novo mundo. E o que chama atenção é a forma como esse cenário é apresentado.
Sem forçar demais – como visto no fraco filme “Emoji” – todas as ferramentas –
ou boa parte delas – usadas nesse contexto estão lá mas de forma mais criativa
e fluida. A trama gira em torno dos personagens centrais e esses materiais são
só um adendo – mesmo que em algum
momento ainda se dê maior destaque para alguns. E além disto consegue se ater
ao material original – que são os games – de forma ainda mais divertida, com um
vislumbre de referências e easter-eggs para todos os gostos. São tantos que
seria necessário ver o filme de novo para captar todos eles. ;)
O longa faz um foco muito interessante no valor da amizade. As películas da Disney sempre usam o núcleo ‘família’ em seus textos. Só que dessa vez a narrativa, além de focar nesse aspecto, vai mostrar que o grande valor da amizade está no respeito mútuo e na cumplicidade. Isso é levemente diluído ao longo e tem um sabor palatável tanto para as crianças quanto para os adultos. E isso é uma outra coisa que a Disney sabe fazer muito bem: fazer gosto a todos os tipos de público em suas animações, sem perder o ritmo dos diálogos e nem torná-los cansativos para ambas as idades. Salvo raríssimas exceções, a empresa busca excelência nesse quesito e quase sempre tem êxito nessa questão. ^^
O longa faz um foco muito interessante no valor da amizade. As películas da Disney sempre usam o núcleo ‘família’ em seus textos. Só que dessa vez a narrativa, além de focar nesse aspecto, vai mostrar que o grande valor da amizade está no respeito mútuo e na cumplicidade. Isso é levemente diluído ao longo e tem um sabor palatável tanto para as crianças quanto para os adultos. E isso é uma outra coisa que a Disney sabe fazer muito bem: fazer gosto a todos os tipos de público em suas animações, sem perder o ritmo dos diálogos e nem torná-los cansativos para ambas as idades. Salvo raríssimas exceções, a empresa busca excelência nesse quesito e quase sempre tem êxito nessa questão. ^^
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| Talvez um dos momentos mais impagáveis do filme rs |
A riqueza de detalhes e a gama de cores
da animação criam um espetáculo visual vibrante e multicolorido. E essa
realidade se contrasta muito bem quando, em dado momento, o ambiente da rede
muda para ‘lugares’ mais ‘densos’, como é o caso dos ‘spams’ e da ‘deep web’.
Nessas áreas o contraste ‘sujo’ e ‘cinzento’ domina justamente por serem
ambientes extremamente perigosos por conterem conteúdos ilícitos muitas das
vezes. E essa dinâmica visual em mostrar que o que esses sites oferecem pode ser prejudicial até contribui informativamente para os pequenos, mesmo que de
maneira sutil, a não entrarem nesses ambientes. Bem sacada a execução dessa
abordagem. ;)
O longa tem uma ótima projeção em 3D. Logo nos primeiros minutos há uma excelente cena no recurso e isso já me demonstrou algum cuidado por parte da produção dos efeitos. E o restante da animação mantém o bom ritmo com boa profundidade e efeitos bem interessantes. Dessa vez é altamente recomendado assistir na tecnologia para agregar ainda mais diversão. ;)
Enfim, vale a pena ver o filme? MUITO RECOMENDADO! Ter o selo da Disney no longa já é um bom motivo para atestar qualidade, porém o conteúdo que “WiFi Ralph: quebrando a internet” oferece com narrativa leve e até porque não dizer informativa de certa forma, aliado a personagens muito carismáticos e uma abordagem menos forçada dos conteúdos da internet fazem desse mais um ótimo e divertido entretenimento. Se curtes animações, pode ir sem medo. Vale muito o Ingresso! ;D
O longa tem uma ótima projeção em 3D. Logo nos primeiros minutos há uma excelente cena no recurso e isso já me demonstrou algum cuidado por parte da produção dos efeitos. E o restante da animação mantém o bom ritmo com boa profundidade e efeitos bem interessantes. Dessa vez é altamente recomendado assistir na tecnologia para agregar ainda mais diversão. ;)
Enfim, vale a pena ver o filme? MUITO RECOMENDADO! Ter o selo da Disney no longa já é um bom motivo para atestar qualidade, porém o conteúdo que “WiFi Ralph: quebrando a internet” oferece com narrativa leve e até porque não dizer informativa de certa forma, aliado a personagens muito carismáticos e uma abordagem menos forçada dos conteúdos da internet fazem desse mais um ótimo e divertido entretenimento. Se curtes animações, pode ir sem medo. Vale muito o Ingresso! ;D
quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
Filmes
DRAGON BALL SUPER: BROLY - O FILME (Avaliação 4,5/5 - Excelente!)
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| Ótimo cartaz nacional! :) |
Filme derivado da série ‘Dragon Ball’ tem bom
ritmo, é muito bem roteirizado e funciona durante todo o tempo do longa. Vamos
a análise! ^^
Sucesso no Japão e em boa parte do
globo, a série ‘Dragon Ball’ tem uma legião de fãs apaixonados e sempre contou
com personagens extremamente carismáticos como o próprio protagonista, Goku,
seu principal parceiro, Vegeta, entre outros tantos icônicos que já apareceram
no anime. E poder vê-los novamente numa animação atualizada e com uma nova
história recorrente para os nossos queridos heróis é sempre uma adição muito
bem vinda. Principalmente quando ela tem um tão bom nível quanto essa. ;)
A começar pelo ótimo roteiro, contar a
história de origem dos principais protagonistas para situá-los no contexto traz
um frescor e uma vivacidade peculiares. Fazer entender como toda aquela
situação foi gerada já no primeiro ato mostrou o quanto a história iria ser bem
contada. Por vezes roteiros de animes ‘pecam’ por não saberem como mostrar os
personagens para uma certo tipo de público, por exemplo (nesse caso, os
completamente leigos ao material original). Porém esse soube magistralmente
fazer isso sem sequer precisar assistir a série para tal. E quando isso
acontece, o nível da empatia se eleva naturalmente, como acontece nesse. Ótima
abordagem escolhida pelos roteiristas. :)
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| Nossos queridíssimos heróis em batalha! ;) |
Como boa parte dos anime atuais, existem
algumas partes que foram construídas em CGI e outras em animação tradicional.
Introduzir um novo conceito e manter a essência do que nos acostumamos a ver é
algo não tão simples de se conceber. Porém o trabalho dos animadores ficou
dentro de um ótimo patamar, incluindo muito bem a computação gráfica e
fidelizando sua base com o que já está bem conhecido e consolidado com o
público. O resultado final é uma animação de cores vivas e bons contrastes, com
as técnicas complementando uma a outra, gerando um ótimo visual. :)
A série é cheia de momentos épicos de
ação – beirando por vezes o surreal mesmo – e tiradas cômicas excelentes. E
todo o núcleo dessa narrativa pode ser visto com muita ênfase nessa película.
Goku e Vegeta sempre fizeram contrapontos perfeitos – um mais pacato e o outro
mais esquentado – e isso cria uma linha de diálogos extremamente fluidos e
cômicos, justamente pelo fato de serem bem diferentes um do outro em
personalidade. E no filme isso é transportado quase que literalmente, para o
deslumbre dos fãs mais ávidos. Espere por riso fácil e momentos únicos entre os
personagens. Manter a característica intrínseca do material original é ter profundo
respeito por quem realmente curte um determinado tipo de trabalho. E isso é
muito bem visto nesse também! ^^
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| O insano desafiante da vez, Broly. |
Como disse no inicio do parágrafo
anterior, os momentos de ação nas batalhas são realmente épicos, mantendo
também o cerne das lutas da obra original. E neste aqui elas conseguem gerar
até um clima de certa tensão, devido fator de ameaça latente. Broly – que dá
título ao filme – é descomunalmente poderoso e dá um certo trabalho para os
nossos heróis, que terão que, literalmente, unir forças para tentar derrotar o
engenhoso desafiante da vez. Tudo muito bem contextualizado também já no
terceiro ato, com o espectador entendendo o porque de toda aquela histeria
tanto do antagonista quanto dos demais. Genial! ;)
Por opção – e a maioria dos animes na
tela grande faz assim – a projeção não tem opções 3D. Poderia sim esse migrar
para o recurso, uma vez que as cenas em CGI dão aquele ‘charme’ e sendo bem
produzido, certamente agregaria muito no quesito diversão. Mas o produto final
já ficou muito bom sem a tecnologia. Só seria mesmo um adendo de luxo. :)
Enfim, vale a pena ver o filme? MUITO
RECOMENDADO! Bem roteirizado e mantendo as características que levaram a série
ao topo, “Dragon Ball Super: Broly – o filme” consegue um padrão
cinematográfico para a mesma, com atos bem definidos, batalhas épicas e o
carisma incontestável tanto de Goku quanto de seus outros queridíssimos
personagens. Sendo muito fã ou mesmo grande simpatizante do anime – que é o meu
caso –, vale já muito sua ida ao cinema. Bom divertimento! ;D
sábado, 5 de janeiro de 2019
Filmes
ERA UMA VEZ UM DEADPOOL (Avaliação 3,5/5 - Muito bom!)
Derivado de ‘Deadpool
2’ nada mais é que um conto para rir de si mesmo e das próprias cenas e piadas
do longa de origem. Vamos a análise! :)
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| O poster já é uma zoação por si só! rs |
O ‘Mercenário Tagarela’ quer provar de
uma vez por todas ao mundo que seu segundo filme nada mais é que um ‘filme de
família’, só que nem todos acreditam nisso. Então ele resolve ‘convidar
amigavelmente’ Fred Savage para lhe contar um alegre ‘conto de fadas’ e
finalmente inserir seu personagem para um público maior. É mais ou menos dentro
dessa louca premissa que o filme se desenrola, com momentos hilários e tiradas
insanas entre Pool e Savage que são de gargalhar em tela.
Enquanto o longa de ‘Deadpool 2’ se desenvolve em tela com cortes e sem a brutalidade justamente para tentar atingir o público menor de idade, Pool narra sua história cheia de ‘glamour’ com seu sarcasmo e ironia habituais. Alguns momentos em que a coisa ‘sai de controle’ ele tem um ‘bip’ em sua mão para fazer os cortes das palavras mais cabulosas, tornando os momentos ainda mais cômicos. E isso funciona bem durante toda essa parte nova do longa.
Enquanto o longa de ‘Deadpool 2’ se desenvolve em tela com cortes e sem a brutalidade justamente para tentar atingir o público menor de idade, Pool narra sua história cheia de ‘glamour’ com seu sarcasmo e ironia habituais. Alguns momentos em que a coisa ‘sai de controle’ ele tem um ‘bip’ em sua mão para fazer os cortes das palavras mais cabulosas, tornando os momentos ainda mais cômicos. E isso funciona bem durante toda essa parte nova do longa.
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| Os diálogos e as piadas são muito boas! rsrs |
Fred Savage também se posiciona bem e
faz um par extremamente dinâmico com nosso querido protagonista. Os diálogos
dos dois são em alguns momentos chave e tem certa afinidade dentro do contexto.
Piadas sobre bandas, sobre a Marvel e a Fox e uma série de outras ‘trollagens’
que permeiam o universo de Pool estão aqui. Como o ‘Mercenário’ sabe que é,
nesse caso, um personagem de um filme (nos quadrinhos ele sabe que é um
quadrinho) e costuma ‘quebrar a quarta parede’ constantemente, não é surpresa
nenhuma essa interação do real com o imaginário nesse também.
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| Tudo é motivo para fazer |
Ademais, no que posso falar a respeito
do longa, existe uma belíssima homenagem ao nosso queridíssimo Stan Lee (in
memorian) logo depois dos créditos finais. Um deslumbre merecido a um dos
maiores quadrinistas do nosso tempo.
Enfim, vale a pena ver o filme? RECOMENDADO! Divertido e irreverente como sempre, “Era uma vez um Deadpool” explora um pouco mais desse personagem tão diferenciado criado por Lee. E apesar de ser uma releitura do segundo filme para menores, ainda assim continua a ser, em certo sentido, crítico e politicamente incorreto. E a homenagem no fim do filme é um grande respeito ao vasto legado de icônicos e diferenciados heróis e vilões criados por Stan Lee. Se és fã, vale sim o ingresso! ;D
Enfim, vale a pena ver o filme? RECOMENDADO! Divertido e irreverente como sempre, “Era uma vez um Deadpool” explora um pouco mais desse personagem tão diferenciado criado por Lee. E apesar de ser uma releitura do segundo filme para menores, ainda assim continua a ser, em certo sentido, crítico e politicamente incorreto. E a homenagem no fim do filme é um grande respeito ao vasto legado de icônicos e diferenciados heróis e vilões criados por Stan Lee. Se és fã, vale sim o ingresso! ;D
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