sábado, 9 de março de 2019

Reflexão bíblica

 "Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados" Mateus 5.4
 As bem-aventuranças do sermão da montanha que Cristo narrou revelam um profundo cuidado com as nossas vidas e emoções. Jesus nos deixou alguns dos ensinamentos mais louváveis que poderíamos ter em vida. E um desses se refere as nossas lágrimas. Irmãos, lágrima de servo de Deus não cai no chão. É levada até o Trono de Glória do Pai como cheiro suave as Suas narinas e Ele as recebe com muito amor. Chorar não é algo que nos faz inferiores. Não é algo que nos faz menos que os outros. Na verdade, é a expressão física exposta dos sentimentos mais profundos enraizados dentro de nós. Portanto meus queridos, se tiver que chorar, se derramar na presença do Senhor, faça. Lágrimas expelidas limpam a alma ferida e produzem um alívio que só quem já o fez sabe. Não guarde nada em seu coração. Clame a Deus para retirar tudo o que fica dentro de você que te sufoca, pois segundo o texto em apreço, você será consolado. Há consolo, abrigo e paz naqueles que não endurecem seu coração pra Deus. A máxima 'homem não chora' não deveria e nem deve se aplicar aos santos do Senhor. Então porque Ele te deu glândulas lacrimais? E porque Jesus diria isso em Seu sermão? Até o Próprio Cristo chorou. O que não devemos é chorar em vão, a toa. Mas quando a necessidade pedir, não crie barreiras. Estudos comprovam que guardar 'entulhos' dentro de você causam doenças. E doenças graves. Portanto, esteja aberto pra receber de Deus o consolo e a paz que só Ele pode proporcionar. E a canção que complementa nossa mensagem de hoje é "Quando eu chorar - Bruna Karla". Medite nessa Palavra e seja abençoado por essa lindíssima canção em nome de Jesus!



terça-feira, 5 de março de 2019

Filmes

SAI DE BAIXO - O FILME (Avaliação 3/5 - Bom!)

Cartaz cômico no estilo do seriado! rs

 Sitcom de maior sucesso dos anos 90/2000 retorna em uma película inédita e divertida bem ao estilo do seu homônimo programa. Vamos a análise! ^^

 Quem está na casa dos seus 30/40 anos certamente vai se lembrar do ‘Sai de baixo’ nos fins de noite da Rede Globo. Dono de um humor impagável, irreverente e muito autêntico para época, tornou-se um grande sucesso de crítica e público e alavancou mais de 6 anos na programação global com diversos episódios extremamente engraçados e, ao mesmo tempo, críticos. Nomes como Tom Cavalcante, Miguel Falabella, Marisa Orth, Araci Balabanian e Claudia Gimenez compunham o elenco principal e só por aí já dá pra se ter uma ideia do que esperar. Como ele era gravado em um teatro na cidade de São Paulo (Teatro Procópio Ferreira-S.P.), muitos improvisos e piadas soltas fora do roteiro acabavam entrando na grade do programa editado para a TV. E era isso que fazia de ‘Sai de baixo’ tão cômico e duradouro. Em recentes entrevistas do elenco principal, falou-se que muito do que era visto nas esquetes era marca do improviso mesmo, pois os textos do roteiro não eram lá essas coisas e em muitos casos, optavam pelo que tornou-se a marca registrada do programa dominical.

Magda (Marisa Orth) e suas peripécias insanas rsrs
 Pois bem, 17 anos se passaram e o reconhecido sitcom nunca havia saído das mídias televisivas ou teatrais. Quando a ideia na verdade (re)surgiu ficou a cargo de Miguel Falabella escrever o roteiro para esse novo projeto. E em diversos momentos a característica mais marcante do seriado pode ser vista nas telas. Isso porque em recentes comentários do ator/roteirista ele afirmou ter tornado por muitas vezes irrelevante o que ele mesmo escreveu, visto as dificuldades por exemplo da atriz Araci Balabanian de atuar, por conta da sua longeva idade. E tornar o filme em uma grande ‘esquete’ improvisada acabou deixando-o mais ‘solto’ por assim dizer, com liberdade para os atores criarem alguns momentos bem hilariantes. Logicamente a ‘fuga’ do roteiro não foi na sua totalidade, mas pode ser vista ao longo com clareza – e algumas gargalhadas – inclusive ‘quebrando a quarta parede’ em alguns momentos. Bem caracterizado. Gostei do que vi em tela. ;)
 Quase todo o elenco original está no longa. A exceção de Claudia Gimenez – que vivia a empregada Edileuza – e Márcia Cabrita (in memorian) – que interpretava Neide Aparecida, todos os originais aparecem. A novidade fica por conta de Cacau Protásio (Cibalena), Rafael Canedo (Caquinho), Lucio Mauro Filho (Banqueta/Angelina), e Katiuscia Canoro (Sunday). Todos bons em seus trabalhos, porém acho que o maior destaque vai para Lúcio Mauro Filho – do elenco novo – devido sua ótima caracterização de ambos os personagens que interpretou. Muito legal e bem convincente. Já Cacau Protásio não foi tão bem aproveitada ao meu ver como deveria e lhe faltou alguns traços mais fortes do seu tipo de comédia. Podiam ter dado uma liberdade maior de improviso a ela também. 


Parte do elenco. Ribamar (Tom Cavalcante) continua impagável! rsrs

 Em alguns momentos, o filme oscila um pouco, ‘desacelera’ em sua narrativa e gera alguns altos e baixos na sua estrutura cômica. Já disse isso aqui em minhas análises algumas vezes: cada um tem sua percepção diferenciada do riso. O que pode ser engraçado para mim, pode não ser para outros. Então o que deixo claro aqui são os meus parâmetros. E ao meu ver ele tem seus momentos fortes e outros nem tanto – alguns até mesmo meio forçados ao meu ver. Mas dei sim altas gargalhadas no cinema. (rsrs)
 A desconjuntada Magda (Marisa Orth), o famigerado Caco Antibes (Miguel Falabella) e o porteiro Ribamar (Tom Cavalcante) dão o tom da comédia com seus ótimos personagens originalmente criados para a série. Além do aspecto da comédia, são uma dura crítica a uma sociedade de valores invertidos, onde estereótipos – como os da Magda – são criados pela mídia, pessoas sem nenhum escrúpulo – como o caso de Caco – estão por aí ‘se criando’ em meio a uma sociedade isenta da valores. Trocando o ‘nobre e honesto’ pelo que é apelativo e sujo, por vezes. Já naquela época se propunha uma ideia bem pontuada sobre o assunto. E mesmo que hoje muitos reclamem desses tipos de personagens por conta do tal ‘politicamente correto’, eles estão aí e são uma ode a essa nossa sociedade sem parâmetros ou preceitos (estou logicamente falando àqueles que se encaixam em tais condições obviamente). 
 Enfim, vale a pena ver o filme? RECOMENDADO! “Sai de baixo – o filme” é um ‘revival’, ainda que bem tardio, do bem aceito programa de outrora. Apesar das poucas inovações, cumpre muito bem seu papel de relembrar esses queridos personagens que tem grande marca na mente de muitos até hoje e foram responsáveis por grandes momentos cômicos na TV e no teatro onde era filmado o mesmo. Uma nostalgia que vale muito a pena ser revista e revisitada. Vale o ingresso! ^^

sexta-feira, 1 de março de 2019

Reflexão bíblica

 "Por isso, tendo recebido um Reino que não pode ser abalado, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus agradavelmente, com reverência e piedade" Hebreus 12.28
 Irmãos amados, temos todos em mãos uma torre forte que jamais pode ser destruída. O Reino do Céus é real e é comandado pelo nosso Senhor Jesus. Ao efetuar o brado 'é me dado todo o poder no céu e na terra', Cristo tomou posse de uma nação celeste que jamais será abalada, como diz o texto em apreço. Mas para que tenhamos acesso a ela de forma abrangente, alguns requisitos relatados nesse mesmo texto são altamente necessários para nosso consentimento. O primeiro deles é reter a graça do Pai. Essa graça é derramada sobre nós pelo Espírito Santo pelo amor do Filho por nós. É o favor de Deus que não merecemos. Mas para que seja recebida em nossas vidas, devemos, como diz o texto, agradar nosso Senhor. E é aí que topicalizamos os meios essenciais para que consigamos agradá-lO. Primeiro, a reverência, como diz o dicionário, é 'um respeito profundo a alguém ou algo que se considera sagrado'. Como anda nosso temor a Deus? Reverenciá-lO é, acima de tudo, praticar a Palavra que Ele mesmo nos deixou. Se não conseguimos fazer isso, se não conseguimos olhar pros nossos irmãos e ver Cristo neles, não temos nenhuma reverência a Deus. Segundo, piedade, que é, segundo o mesmo dicionário, 'virtude que permite render a Deus o culto que lhe é devido' ou ainda 'compaixão pelo sofrimento alheio'. Temos prestado nosso culto a Deus de forma racional com sabedoria e temor? Ou só chegamos na igreja para 'bater o ponto' em meio a rituais e tradições que tem assolado os nossos templos nos dias atuais? E nossa compaixão e respeito pelos irmãos, temos cumprido ou vivemos daquilo que é aparente? Ei querido, essas são questões muito pertinentes nos nossos dias. Em tempos de esfriamento espiritual e amor se esfriando, cabe a você e eu nos posicionarmos para não nos tornarmos 'parte do sistema'. Pois o que mais move o coração de Deus é sua sincera devoção e seu amor por Ele e não seu tempo de igreja ou sua religiosidade. Pense nisso, medite e que Deus te abençoe em nome de Jesus!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Reflexão bíblica

 "Isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que creem; porque não há diferença" Romanos 3.22
 Deus é tudo em todos. Provavelmente você já deve ter ouvido essa máxima em algum lugar. Mas para que verdadeiramente a mão justa do Senhor pudesse se manifestar sobre tudo e todos nessa Terra, Ele teve de enviar seu Filho Unigênito para que ao olhar para Cristo pudéssemos ver a justiça do Pai sobre os homens. Jesus é a resposta para todos os questionamentos que o homem faz sobre nosso Senhor. Deus O enviou para que 'todo aquele que nEle crê, não pereça, mas tenha a vida eterna'. O Filho é a demonstração mais verdadeira de que só há conforto e salvação nEle. A fé é o 'combustível' que mostra o quanto eu e você cremos no que Ele fez por nós. Ei querido, a justiça de Deus foi manifesta em Jesus. Aquele que O segue e crê nEle, tens em mãos as mais poderosas dádivas que um homem pode receber: amor, carinho, paz, segurança. Porém, de mesmo modo, assim como Cristo é justiça para os que creem, Ele também é justiça para os que não creem também, pois como diz o texto em apreço, 'não há diferença' de raça, de cor, etnia, sexo ou qualquer outra questão humana cabível. O Pai nos olha através do Filho e para Ele, existem os que creem e os que não creem. Portanto amado, escolha o lado do crer. Pois o que define eu e você pra Deus não é tudo o que fazemos para Ele, e sim em que alicerce estamos edificados. Em outras palavras, Ele não te olha pelas obras, embora seja importantíssimo fazer. Ele te olha por quem você é interiormente, porquanto a 'salvação é pela graça, por meio da fé; não pelas obras, para que ninguém se glorie nelas'. Medite nessa Palavra, não pense que faz-se a obra por 'barganha' do Céu, pois muitos se enganam e se enveredam por esse caminho. Pense em fazer tudo por amor ao nosso Senhor e certamente Ele se agradará mais de ti. Que Deus te abençoe em nome de Jesus!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Filmes

UMA AVENTURA LEGO 2 (Avaliação 4/5 - Muito Bom!)

Poster nacional bacana! ^^

 Com uma dinâmica tão divertida quanto a do primeiro filme, a sequência de “Uma Aventura Lego” é o filme infantil que todo adulto precisa ver. Vamos a análise! ;)
 ‘Lego’ é talvez uma das marcas de brinquedos das mais famosas do mundo atual. Sua interatividade criativa faz desse um grande negócio na mão de quem sabe usar – e até de quem não sabe usar também (rsrs). Ver nesse público um nicho para transformar toda essa criatividade em um filme é deveras uma ‘aventura’ mesmo. Porém quando você consegue aliar esse fenômeno a um roteiro absurdamente assertivo, hilariante e lotado de insanas referências, se obtém literalmente uma ‘mina de ouro’ em suas mãos. E foi isso que a Warner fez. Capitalizar o que já era bom e transformar em algo ainda melhor, só que agora em outro tipo de mídia. E o resultado final é realmente fabuloso! ;)
 O roteiro tipifica situações do cotidiano – nesse primeiro caso as crianças protagonistas brincando de ‘Lego’ – com uma junção quase que instantânea dos brinquedos tecendo críticas sobre mundo a nossa volta e também reverenciando tudo o que a cultura pop hoje nos traz em termos gerais. É uma verdadeira aula de como transformar a brincadeira em algo crítico e ao mesmo tempo singelo. E a trama consegue passear por essas questões tão brilhantemente que chama atenção dos adultos para o conteúdo satírico embasado na cultura pop ao mesmo tempo que diverte os pequenos com a singeleza dos bonequinhos em movimento. Show! ^^


O protagonista Emmet dublado no original por Chris Pratt ^^

 Uma das personagens, a ‘vilã’ ‘Rainha tudo o que você quiser ser’ é uma clara referência aos estereótipos criados em meio a uma sociedade cheia de ‘regras’. Quem disse que ‘Lego’ precisa ser bem feito para ser apreciado? A premissa não só coloca em ‘xeque’ o brinquedo em si como faz alusão aos padrões que mundo impõe nas pessoas em geral. A sociedade tende a reprimir o ‘diferente’, o que foge ‘desse ou daquele tipo de padrão’ que foi criado. Respeitar as diferenças é o que nos faz ser realmente únicos. E essa ideia é bem fundamentada no longa a partir do momento em que se observa o menino criando um ‘universo coeso’ e a menina criando coisas completamente ‘nonsense’ com seus bloquinhos. Isso também fica bem claro com o protagonista ‘Lego’ Emmet. Ele é totalmente fora dos padrões daquele mundo ‘pós apocalíptico’ inventado pelo jovem humano do longa, demonstrando que sim, podemos ter diferenças vivendo e convivendo num mesmo ecossistema. E eu achei isso genial da parte dos roteiristas. Usar o brinquedo como ‘pano de fundo’ para uma crítica construtiva e produtiva sobre a alienação humana e sobre como isso afeta nosso convívio social é simplesmente fantástico! ;)
 Há também um outro personagem – que não direi o nome pois posso dar ‘spoilers’ aqui – que cria certo rancor por ser ‘abandonado’ quando sem querer ele é arremessado para debaixo da máquina de lavar e fica lá por tempos. Isso cria nele um sentimento de pesar por ter sido deixado lá de lado, ao mesmo tempo que metaforicamente narra o que acontece conosco quando somos desprezados e/ou deixados de lado. O ser humano costuma perder o otimismo pela vida e desaprende em certo sentido a lidar com as relações humanas. E gente, como isso é brilhante na forma de conduzir o texto dentro da temática ‘Lego’. Dentro de todos esses contextos é que digo o quanto o roteiro é fino e singelo para as crianças porém complexo e relativo ao público mais velho. É absolutamente genial! (E por isso o meu gosto tamanho por apreciar essa franquia de filmes ^^)
 O teor das referências é outro ponto absurdamente forte no longa. Existe uma ideia global em mencionar tanto coisas dos anos 80/90 do século passado, satirizando-as com muita comicidade – inclusive caçoando do fato de serem ‘velhas’ (quem ver vai entender o que digo) quanto do contexto pop/geek atual, por vezes até ridicularizando certos conceitos e criticando a exposição exaustiva da indústria em querer vender um produto. A ‘música que gruda’, conforme aparece na película, faz uma excelente alusão a esse processo por vezes incansável em massificar certas marcas até enjoar para o público. E essa massificação gera alienação, que gera falta de percepção da realidade. Muito bom isso também! ;)


Lucy (Elisabeth Banks) e Batman (Will Arnet): divertidos! ^^

 A exposição dos bonequinhos ao ambiente a sua volta – nesse caso em específico o quarto das crianças – produz momentos hilariantes, parodiando termos comuns do nosso cotidiano. Num dos exemplos que posso citar, quando os amigos de Emmet são ‘raptados’, eles são levados através do ‘portal escadar’ (rsrsrs), numa alusão a terem sido tirados do quarto do menino pela escada que conduz aos outros cômodos. Sem falar no ‘plot twist’ (reviravolta geralmente inesperada) no fim do segundo ato. O formato da piada gerada nesta cena em específico me fez gargalhar muito alto, pois a indústria adora fazer aquele tipo de coisa, o famoso ‘gancho’ pro filme seguinte. E a forma com que isso é satirizado é também sensacional. ;)
 O 3D dessa vez deixa um pouco a desejar quando se fala em animação. Peca na falta de efeitos pertinentes e de um maior esforço em usar o recurso. Uma pena. Geralmente esse tipo de trabalho usa muito bem a tecnologia, mas falhou feio nesse. A questão fica estritamente opcional dessa vez, querido leitor. :)
 Enfim, vale a pena ver o filme? MUITO RECOMENDADO! Mantendo firme a essência do primeiro longa, “Uma aventura lego 2” dispõe tanto do carisma de seus personagens quanto da perspicácia dos seus roteiristas em transformar o brinquedo em uma forma de crítica não palatável para as crianças – que vão se deliciar em ver o ‘Lego’ em movimento –, mas endossada para um publico mais velho. Ao meu ver, tem o conteúdo certo para agradar a todos sem exceção. Vale muito o ingresso! ;D

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Reflexão bíblica

 "Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de Ti, que opera a favor daquele que por Ele espera" Isaías 64.4
 Deus não muda. Você já deve ter ouvido muitas vezes em muitas pregações falarem isso. Porém é uma premissa categoricamente verdadeira. O Pai está sempre por perto daqueles que precisam dEle e do Seu auxílio. E o texto em apreço vai destacar o infinito amor e compaixão do nosso Senhor, dizendo que nunca antes se viu nem ouvir falar de Deus assim. O texto em apreço ainda vai afirmar que não existe outro Deus imutável que não vá socorrer aquele que O chama. Ei querido, Deus muitas das vezes só está aguardando um chamado seu para agir e operar algo em seu favor. Não duvide do que o Pai é capaz de fazer. Ele opera sinais, maravilhas e milagres a todo aquele que nEle crê e espera. Não se iluda com outros deuses que cobram 'favores' para te ajudar. Nosso Deus não cobra esse 'pedágio' e nem exige sacrifícios pessoais e penosos do seu corpo, pois Ele foi o maior sacrifício e pagou o maior preço pela sua vida lá na Cruz do Calvário. Ele só quer que você O clame, pois como diz um outro texto, 'se creres, verás a glória de Deus'. Pense nisso. E a canção que complementa nossa mensagem de hoje é "O sonho não morreu - Flordelis". Medite nessa mensagem, ouça essa canção lindíssima e seja abençoado em nome de Jesus!


segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Filmes

CREED 2 (Avaliação 5/5 - Excelente!)

Cartaz não nacional, mas épico e imponente! :)
 Com  uma carga  dramática muito  forte, ‘Creed 2’ traduz  todo sentimento que os personagens da  franquia  ‘Rocky’  carregam. Vamos a análise! ^^
 Emocional. Acredito que seja essa a palavra que pode definir o segundo capítulo da saga Creed. Quando o primeiro filme foi anunciado, havia toda uma ‘aura’ em torno do mesmo por conta da volta do seu mais célebre protagonista, agora já velho e aposentado, vivendo uma vida simples, longe dos holofotes e das câmeras de suas glórias do passado. E a interpretação de Sly no papel do ex-boxeador lhe rendeu o ‘Globo de Ouro’ como melhor ator coadjuvante e um indicação ao ‘Oscar’ pela mesma categoria. E agora ele retorna mais firme do que nunca para esta tão bem escrita sequência, que põe também o ótimo Michaell B. Jordan como protagonista novamente no papel do filho de Apollo Creed.
 Dentro de um contexto de mágoas, rancores e orgulhos feridos, o longa vai abordar o tema família de uma forma muito profunda. Os laços emocionais que envolvem os personagens são tão ricos que sua imersão na trama é praticamente automatizada pelos inúmeros momentos de comoção entre os personagens. Não tem como não se sensibilizar com os dramas pessoais de cada núcleo composto. A desonra de Ivan Drago (interpretado novamente pelo digníssimo ator Dolph Lundgren) por sua derrota outrora e sua decadência que levaram o esporte de seu país a tempos sombrios, fazendo com que seu único filho fosse a esperança perdida em meio as suas profundas cicatrizes; ao passo que a revolta e tristeza de Adonis Creed (Michaell B. Jordan) em não ter tido um pai refletiu e muito em seu comportamento e propósito de vida. Una isso a um Balboa atormentado e melancólico por sua esposa morta e seu filho distante e veremos vidas se entrelaçando em situações muito convincentes, com atuações realmente dignas da estatueta mais famosa e cobiçada do mundo. E não é exagero nenhum da minha parte dizer isso.

Jordan e Stallone protagonizam uma dupla extremamente crível!
 Bela homenagem ao ator Carl Weathers, nosso querido Apollo Creed, pai de Adonis. De todas as referências que podem ser vistas, e diante de todo clima soturno que o longa oferece, com camadas de tons e cores para cada ocasião, como é o caso dos tons azulados do ambiente gélido da Ucrânia, país onde reside Ivan e Viktor Drago (interpretado pelo também ótimo e frio ator Florian Munteanu), revelando desgosto, desesperança e destempero na vida de ambos, a menção mais honrosa certamente vem do personagem morto vivido pelo querido ator. Por toda parte pode se ver momentos de pesar pelo trágico incidente ocorrido no passado. Até a casa da esposa de Apollo em tons mais pastéis revela a solidão, tristeza e saudade. Tudo realmente muito bem contextualizado por parte direção de fotografia do filme. ;)
 Interpretações fortes por parte de todo o elenco. Sly mais uma vez mostra seu lado mais humano ao se portar de forma intensa em seu já abatido personagem. O contexto cômico revela também um pouco de sua luta pela vida e traduz tudo o que seu personagem é. Outra que revela intensidade é a queridíssima Tessa Thompson, que vive a personagem Bianca, par romântico e extremamente funcional com Jordan. A química entre os dois é absurda e sua graciosidade constrói uma mulher ‘frágil’ e ‘corajosa’ ao mesmo tempo. ‘Frágil’ pela sua imaturidade com algumas coisas da vida – como é o caso da bebê que chega – porém ‘corajosa’ por enfrentar seus medos ao lado de seu par romântico. Uma atuação doce, leve e extremamente comovente, como o todo da película. É tão forte essa carga dramática no filme que, mesmo de forma suja, as feridas de Ivan Drago (Dolph) são sentidas e de certa forma, compreensíveis – mesmo ele usando de artíficios escusos com seu filho – entenda-se ‘vencer a todo custo, mesmo que leve a vida do outro’, como havia feito em outro tempo. É intensa e frenética essa abordagem. ;)

Os 'Drago': ótima performance!
 Todo o roteiro foi escrito pelo próprio Stallone e me surpreende, não pelo fato de ser ele o escritor, mas por toda qualidade que cada diálogo e interação que cada personagem possui. Os primeiros minutos em cena mostrando a família Drago no mais profundo silêncio já evidencia tudo o que os personagens querem passar, concernente aos seus sentimentos. É incrível essa cena inicial. E minha surpresa não é por achar Sly talvez não preparado para escrever um roteiro, mas é ver o quão bom roteirista ele se tornou e o quanto a história do filme tem o coração dele inserido no contexto. O primeiro ‘Rocky’ é considerado um dos mais emblemáticos, épicos e impecáveis filmes de todos os tempos. E é claro que um dos personagens mais icônicos de sua carreira iria ter um fim digno do que ele realmente representa e merece. E é por conta disso que fiquei surpreendido positivamente com o texto. ;)
 Enfim vale a pena ver o filme? RECOMENDADÍSSIMO! O peso dramático que o longa carrega aliado a atuações de altíssimo nível fazem este “Creed 2” estar no mesmíssimo patamar do primeiro filme – senão até um pouco mais acima. Uma película que leva o legado ‘Rocky’ com a mesma intensidade e glória do passado e tornam o legado deste ainda mais espetacular. Pena não ter concorrido a alguma categoria no Oscar. Qualquer uma delas seria bastante merecido. Mais uma bela obra da sétima arte para ser apreciada com gosto. Vale demais o ingresso!

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Games

COMENTÁRIO: MEGAMAN 11 (PS4, XBOX ONE, NINTENDO SWITCH, PC)

Lindíssima arte de capa dos consoles! *-*

 Uma das franquias mais icônicas dos games recebeu sua décima-primeira versão – numerada – em 2 de Outubro de 2018 debaixo de muitos elogios. MegaMan 11 foi o retorno do personagem após oito anos sem um game novo original. E a espera até que foi bem recompensada com gráficos atualizados, dificuldade insana, trilha sonora bacana e um gameplay clássico que me fez lembrar muito as versões do Nintendo oito bits.
 É bem difícil falar sobre MegaMan por conta da memória afetiva que tenho pelo game. Passei muitas tardes da minha infância jogando este magnífico game que até hoje ainda vejo as versões originais do Nintendinho com bons olhos. Embora a maioria dos jogos desse console estejam datados, há algo magnético sobre este game que me faz jogá-lo por horas sem cansar ainda. E não sei quanto a vocês, mas ao menos este, na minha opinião, continua com bons gráficos no NES. Acho que por conta da forma cartunesca que os personagens e vilões foram criados para o jogo. Tudo era muito bem desenhado e bem posicionado em tela, fazendo você simpatizar até com os inimigos – ou, por vezes, se irritar também. Um cuidado e um carinho que fez com que a franquia alcançasse o coração de milhões da fãs pelo mundo inteiro – eu, inclusive. (rsrs)

Até a tela de seleção de estágio é linda e nostálgica! *-*
 Quando do anúncio da volta do Blue Bomber, meu coração bateu mais forte. Ver nosso queridíssimo robozinho azul com aqueles lindos gráficos apresentados de forma atualizada me encheu os olhos de alegria. E o que me chama atenção na parte gráfica é o extremo zelo em reconstruir toda a estrutura dos games antigos, mantendo a essência do que é o game. E mais uma vez o lado cartunesco falou mais alto. Por vezes jogando o novo game me sinto literalmente jogando um desenho animado, de forma fluida, suave e cativante como todo MegaMan tem de ser. A cada novo cenário, o visual que identifica a série está presente. O que certamente me deixou extremamente satisfeito com o resultado final. ^^
 A trilha sonora – outro ponto extremamente marcante da série – ficou muito boa nesse também, porém o uso quase que global das batidas eletrônicas trouxe certo enfado ao ouvintes da mesma. Em certo ponto você até se confunde, pois o formato das composições, principalmente das oito primeiras fases, se tornam muito parecidas umas com as outras. Poderiam facilmente usar outros tipos de ‘samplers’ para dinamizar mais as canções e diversificá-las, tornando-as únicas. Tá certo, eu sei que MegaMan é sobre robôs e o eletrônico tem forte peso para a conjectura do game, porém a identidade musical da cada fase ficou comprometida justamente por abusar desse único recurso. E uma diferenciada de sons poderia dar mais pluralidade as mesmas. :)

O cuidado e carinho pode ser visto por toda parte! <3
 O insano e dificílimo gameplay do game remete aos primeiros jogos da série. Embora um novo recurso tenha sido inserido – o Double Gear System, que são mecanismos de suporte para o protagonista – e ajudam muito a amenizar a dificuldade, ainda assim, momentos de tensão e certa irritação serão constantes para quem deseja encarar o game – a não ser que você queira usar os modos mais fáceis, que são justamente para iniciantes e novos jogadores da franquia. O uso correto das Gears faz com que nosso herói ganhe poderes extras, como desacelerar o tempo (speed) e mais poder para as armas obtidas (power), mas só ajuda se for usado corretamente, pois se extrapolar o uso o protagonista fica com o sistema superaquecido e demora a recarregar os poderes, prejudicando de certa forma sua passagem pelo cenário por vezes. Decerto que os mais habilidosos podem passar as fases sem o uso do recurso, mas as mesmas foram construídas para essa nova ferramenta do ‘Azulão’. E embora o gameplay seja tenso, é ao mesmo tempo muito gostoso de se jogar, pois o ‘core’ de toda série MegaMan está ali. Vi em uma entrevista que o produtor fez com que cada um dos membros da equipe de desenvolvimento jogasse os jogos antigos a esmo, para ‘captar’ as principais características que fizeram a série ser tão popular e amada. E toda vez que eu jogo, sem medo de errar, me sinto abruptamente levado a década de 90 do século passado. A dificuldade de MegaMan 1 e 2, juntamente com as inovações do 3 e 4, e as melhorias gráficas do 5 e 6 estão inseridos com sucesso nesse. É um ‘revival’ nostálgico e saudosista sentir esse ‘feeling’ ao jogar este game. Particularmente ele me remete demais ao sexto episódio da série e magicamente não sei explicar o porquê. Memórias afetivas, eu acho. (rsrs)
 Juntando todos esses fatores, para quem é fã inveterado do nosso Blue Bomber – ou até mesmo para quem simpatiza com ele –, a diversão é extremamente garantida e repaginada para os tempos atuais com muito louvor e esforço da equipe que desenvolveu o game. Não é um AAA, e nem era essa a intenção dos programadores quando resolveram aceitar essa empreitada. Mas é toda a paixão de uma geração de fãs transposta em mínimas coisas que fazem dessa franquia uma das mais longevas e apaixonantes já registradas na história dos games. Tudo o que fez a mesma ascender e se tornar tão notável está lá nos seus devidos lugares, sem tirar nem por. Um oásis para todos os que amam – assim como eu – o robozinho azul mais querido dos games. Deslumbre visual e item obrigatório para os fãs de todas as idades. Nota 9! ;)

sábado, 19 de janeiro de 2019

Reflexão bíblica

 "Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática, será comparado a um homem prudente, que edificou sua casa sobre a rocha" Mateus 7.24
 'A fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus'. Esse texto nos mostra a maneira pela qual a fé nos é gerada. E uma vez concebida começa a dar a luz a comunhão com Deus. Mas como citado no texto em apreço, só ouvir não é suficiente para se ter uma vida plena com o Pai. É necessário algo mais. Jesus enfatiza em seu discurso veementemente a prática de tudo aquilo que Ele ensina. Ei querido, você pode ser o 'Mestre' da Bíblia, ter todo conhecimento do mais profundo das Escrituras, ensinar e pregar como ninguém, mas se sua conduta não condizer, para Deus de nada adianta. 'Será comparado a um homem insensato, que edificou sua casa sobre a areia', diz a contraparte desse mesmo texto. Estamos todos sujeitos a errar, mas é o que você e eu fazemos com os nossos erros que define o que e quem somos pra Deus. Se omitimos para Aquele que conhece a tudo e todos, somos os mais insensatos seres. Mas, 'se confessarmos nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar'. E aí sim sua conduta de lutar por retidão continuará intacta. Siga o exemplo de Davi. Um homem segundo o coração de Deus que falhou, mas sempre reconheceu diante de Deus seus erros. Esse é o segredo do 'homem prudente que edificou sua casa sobre a rocha'. Não é errar propositalmente nem o tempo todo, mas saber reconhecer quando se equivocar. Medite nessa Palavra e seja abençoado em nome de Jesus!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Filmes

HOMEM-ARANHA NO ARANHAVERSO (Avaliação 5/5 - Excelente!)

Ótimo poster nacional! :)

 Vencedora do ‘Globo de Ouro’ e do ‘Critic’s Choice Awards’, nova animação do aracnídeo mais famoso dos quadrinhos é absolutamente incrível, ousada, orgânica e funcional! Vamos a análise! ;)
 Certamente quando se fala em ‘Homem-Aranha’ logo mais rapidamente vem a sua mente Peter Parker. Esse é certamente o alter-ego mais famoso do ‘Cabeça de Teia’. Porém nesta animação a história é toda centralizada em um outro conhecido, o jovem negro do Brooklyn Miles Morales. E a ideia do enfoque narrativo ser posto nele faz com que a animação tenha uma apresentação toda especial e diferenciada. Vejamos os porquês abaixo.
 A começar pela escolha do protagonista, a construção de sua personalidade é de uma qualidade técnica formidável. O nível da empatia que você cria com o personagem é tão grande e intenso que em pouquíssimo tempo em tela o espectador já se deixa envolver pelos seus conflitos, seus dramas e porque não dizer, em certo sentido, sua fofura justamente por conta de sua ingenuidade. A tenra idade de Miles aliado a sua extrema imaturidade sobre a vida e, consequentemente, a aquisição de seus poderes faz com que o público reaja de forma bastante emotiva aos seus dilemas e ao seu crescimento, que é percebido inclusive durante todo o filme com o caráter evolutivo do mesmo e suas mudanças em meio as questões pessoais. É satisfatório e muito cativante esse aspecto do filme. ;)

O queridíssimo e carismático Miles Morales! ^^
 A forma como a trama é conduzida prende sua atenção do início ao fim, com linhas de diálogo coerentes e lúcidas, que agregam conteúdo relevante ao desenvolvimento do roteiro e não somente falas sem nexo durante. Inclusive a formidável construção dos momentos cômicos do filme também ajudam a definir como cada um dos ‘Aranhas’ é. E isso é o que faz uma narrativa ser, ao meu ver, chamativa e atraente: desenvolver o personagem central e amarrar a trama tanto dos coadjuvantes – que em certo sentido são protagonistas também em segundo plano com suas próprias sub-tramas – quanto do antagonista, tecendo as motivações de cada um e entrelaçando-as formando o contexto geral da história e seus porquês – como é o caso da formidável justificativa pela qual o vilão ‘Rei do Crime’ fomenta ao longo. E essa estruturação está realmente bem produzida no longa. :)
 O nível técnico da animação é um patamar acima. Muitíssimo fluida e gostosa de assistir, dá ao espectador uma plena concepção de como cada personagem é na essência. E o fato de não ser um ‘live-action’, concede permissividade e liberdade criativa para se conceber o que quiser, do jeito que quiser. Nenhum filme de ‘carne e osso’ tem essa liberdade, embora a tecnologia esteja avançada. É o transporte quase que inequívoco dos quadrinhos para a tela, salvo as restrições das diferentes mídias. Deslumbre visual até para os mais ávidos fãs. ^^

Quadrinhos áudio-visuais. É assim o filme todo! *_*
 O envolvimento com o projeto em 3D certamente é outro fator de muitas congratulações. Absurdamente bem produzido, alarga a profundidade em tela do filme e produz momentos memoráveis durante o desenvolvimento da animação. O uso da tecnologia é tão bem feito no mesmo que dá pra afirmar que ele é parte intrínseca do próprio. Funde-se com a técnica usada na animação e ambos parecem uma coisa só. Não sei se consegui passar o que percebi, porém o longa cria uma nova ambientação com o recurso. É um tipo de experiência com o 3D e outro sem. É simplesmente fantástico e obrigatório dessa vez! ;)
 Enfim, vale a pena ver o filme? RECOMENDADÍSSIMO! Vencendo já importantes prêmios e com ‘cheirinho’ de Oscar vindo já por aí, “Homem-Aranha no aranhaverso” é daquelas concepções impecáveis que de tempos em tempos a sétima arte nos concede. Um trabalho visual magnífico, aliado a um pomposo roteiro, trilha sonora de elevadíssimo nível e o carisma quase que inigualável de seus personagens centrais. Para mim, uma das melhores animações que já assisti, sem medo nenhum de errar! Se és fã, é imprescindível sua visita ao cinema. Vale demais o ingresso! ;D

domingo, 13 de janeiro de 2019

Filmes

 WIFI RALPH: QUEBRANDO A INTERNET (Avaliação 4/5 - Muito Bom!)

Lindo cartaz nacional! ^^
 Com um roteiro leve e contexto envolvente, novo filme da franquia supera e muito seu original. Vamos a análise! ^^
 A Disney com seu time criativo sempre tem formas de cativar o público com suas animações. Essa em específico não foi produzida pela ‘Pixar’, e sim pela própria ‘Walt Disney Studios’. Porém isso não diminui em nada a qualidade técnica de sua produção. Pelo contrário, a cada nova franquia ou sequência a expectativa, independente da equipe de criação, é sempre muito alta. E mais uma vez o cuidado em criar personagens carismáticos e história que amarre o espectador a sua trama podem ser vistos nesse também de maneira bem singular. :)

Os adoráveis protagonistas. ;)
 A sutileza do roteiro leva o público dessa vez aos confins da internet, levando Ralph e Vanellope a um desconhecido e curioso novo mundo. E o que chama atenção é a forma como esse cenário é apresentado. Sem forçar demais – como visto no fraco filme “Emoji” – todas as ferramentas – ou boa parte delas – usadas nesse contexto estão lá mas de forma mais criativa e fluida. A trama gira em torno dos personagens centrais e esses materiais são só um adendo –  mesmo que em algum momento ainda se dê maior destaque para alguns. E além disto consegue se ater ao material original – que são os games – de forma ainda mais divertida, com um vislumbre de referências e easter-eggs para todos os gostos. São tantos que seria necessário ver o filme de novo para captar todos eles. ;)
 O longa faz um foco muito interessante no valor da amizade. As películas da Disney sempre usam o núcleo ‘família’ em seus textos. Só que dessa vez a narrativa, além de focar nesse aspecto, vai mostrar que o grande valor da amizade está no respeito mútuo e na cumplicidade. Isso é levemente diluído ao longo e tem um sabor palatável tanto para as crianças quanto para os adultos. E isso é uma outra coisa que a Disney sabe fazer muito bem: fazer gosto a todos os tipos de público em suas animações, sem perder o ritmo dos diálogos e nem torná-los cansativos para ambas as idades. Salvo raríssimas exceções, a empresa busca excelência nesse quesito e quase sempre tem êxito nessa questão. ^^

Talvez um dos momentos mais impagáveis do filme rs
 A riqueza de detalhes e a gama de cores da animação criam um espetáculo visual vibrante e multicolorido. E essa realidade se contrasta muito bem quando, em dado momento, o ambiente da rede muda para ‘lugares’ mais ‘densos’, como é o caso dos ‘spams’ e da ‘deep web’. Nessas áreas o contraste ‘sujo’ e ‘cinzento’ domina justamente por serem ambientes extremamente perigosos por conterem conteúdos ilícitos muitas das vezes. E essa dinâmica visual em mostrar que o que esses sites oferecem pode ser prejudicial até contribui informativamente para os pequenos, mesmo que de maneira sutil, a não entrarem nesses ambientes. Bem sacada a execução dessa abordagem. ;)
 O longa tem uma ótima projeção em 3D. Logo nos primeiros minutos há uma excelente cena no recurso e isso já me demonstrou algum cuidado por parte da produção dos efeitos. E o restante da animação mantém o bom ritmo com boa profundidade e efeitos bem interessantes. Dessa vez é altamente recomendado assistir na tecnologia para agregar ainda mais diversão. ;)
 Enfim, vale a pena ver o filme? MUITO RECOMENDADO! Ter o selo da Disney no longa já é um bom motivo para atestar qualidade, porém o conteúdo que “WiFi Ralph: quebrando a internet” oferece com narrativa leve e até porque não dizer informativa de certa forma, aliado a personagens muito carismáticos e uma abordagem menos forçada dos conteúdos da internet fazem desse mais um ótimo e divertido entretenimento. Se curtes animações, pode ir sem medo. Vale muito o Ingresso! ;D


quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Filmes

DRAGON BALL SUPER: BROLY - O FILME (Avaliação 4,5/5 - Excelente!)

Ótimo cartaz nacional! :)

 Filme derivado da série ‘Dragon Ball’ tem bom ritmo, é muito bem roteirizado e funciona durante todo o tempo do longa. Vamos a análise! ^^
 Sucesso no Japão e em boa parte do globo, a série ‘Dragon Ball’ tem uma legião de fãs apaixonados e sempre contou com personagens extremamente carismáticos como o próprio protagonista, Goku, seu principal parceiro, Vegeta, entre outros tantos icônicos que já apareceram no anime. E poder vê-los novamente numa animação atualizada e com uma nova história recorrente para os nossos queridos heróis é sempre uma adição muito bem vinda. Principalmente quando ela tem um tão bom nível quanto essa. ;)
 A começar pelo ótimo roteiro, contar a história de origem dos principais protagonistas para situá-los no contexto traz um frescor e uma vivacidade peculiares. Fazer entender como toda aquela situação foi gerada já no primeiro ato mostrou o quanto a história iria ser bem contada. Por vezes roteiros de animes ‘pecam’ por não saberem como mostrar os personagens para uma certo tipo de público, por exemplo (nesse caso, os completamente leigos ao material original). Porém esse soube magistralmente fazer isso sem sequer precisar assistir a série para tal. E quando isso acontece, o nível da empatia se eleva naturalmente, como acontece nesse. Ótima abordagem escolhida pelos roteiristas. :)

Nossos queridíssimos heróis em batalha! ;)
 Como boa parte dos anime atuais, existem algumas partes que foram construídas em CGI e outras em animação tradicional. Introduzir um novo conceito e manter a essência do que nos acostumamos a ver é algo não tão simples de se conceber. Porém o trabalho dos animadores ficou dentro de um ótimo patamar, incluindo muito bem a computação gráfica e fidelizando sua base com o que já está bem conhecido e consolidado com o público. O resultado final é uma animação de cores vivas e bons contrastes, com as técnicas complementando uma a outra, gerando um ótimo visual. :)
 A série é cheia de momentos épicos de ação – beirando por vezes o surreal mesmo – e tiradas cômicas excelentes. E todo o núcleo dessa narrativa pode ser visto com muita ênfase nessa película. Goku e Vegeta sempre fizeram contrapontos perfeitos – um mais pacato e o outro mais esquentado – e isso cria uma linha de diálogos extremamente fluidos e cômicos, justamente pelo fato de serem bem diferentes um do outro em personalidade. E no filme isso é transportado quase que literalmente, para o deslumbre dos fãs mais ávidos. Espere por riso fácil e momentos únicos entre os personagens. Manter a característica intrínseca do material original é ter profundo respeito por quem realmente curte um determinado tipo de trabalho. E isso é muito bem visto nesse também! ^^

O insano desafiante da vez, Broly.
 Como disse no inicio do parágrafo anterior, os momentos de ação nas batalhas são realmente épicos, mantendo também o cerne das lutas da obra original. E neste aqui elas conseguem gerar até um clima de certa tensão, devido fator de ameaça latente. Broly – que dá título ao filme – é descomunalmente poderoso e dá um certo trabalho para os nossos heróis, que terão que, literalmente, unir forças para tentar derrotar o engenhoso desafiante da vez. Tudo muito bem contextualizado também já no terceiro ato, com o espectador entendendo o porque de toda aquela histeria tanto do antagonista quanto dos demais. Genial! ;)
 Por opção – e a maioria dos animes na tela grande faz assim – a projeção não tem opções 3D. Poderia sim esse migrar para o recurso, uma vez que as cenas em CGI dão aquele ‘charme’ e sendo bem produzido, certamente agregaria muito no quesito diversão. Mas o produto final já ficou muito bom sem a tecnologia. Só seria mesmo um adendo de luxo. :)
 Enfim, vale a pena ver o filme? MUITO RECOMENDADO! Bem roteirizado e mantendo as características que levaram a série ao topo, “Dragon Ball Super: Broly – o filme” consegue um padrão cinematográfico para a mesma, com atos bem definidos, batalhas épicas e o carisma incontestável tanto de Goku quanto de seus outros queridíssimos personagens. Sendo muito fã ou mesmo grande simpatizante do anime – que é o meu caso –, vale já muito sua ida ao cinema. Bom divertimento! ;D

sábado, 5 de janeiro de 2019

Filmes

ERA UMA VEZ UM DEADPOOL (Avaliação 3,5/5 - Muito bom!)

O poster já é uma zoação por si só! rs
 Derivado de ‘Deadpool 2’ nada mais é que um conto para rir de si mesmo e das próprias cenas e piadas do longa de origem. Vamos a análise! :)
  O ‘Mercenário Tagarela’ quer provar de uma vez por todas ao mundo que seu segundo filme nada mais é que um ‘filme de família’, só que nem todos acreditam nisso. Então ele resolve ‘convidar amigavelmente’ Fred Savage para lhe contar um alegre ‘conto de fadas’ e finalmente inserir seu personagem para um público maior. É mais ou menos dentro dessa louca premissa que o filme se desenrola, com momentos hilários e tiradas insanas entre Pool e Savage que são de gargalhar em tela.
 Enquanto o longa de ‘Deadpool 2’ se desenvolve em tela com cortes e sem a brutalidade justamente para tentar atingir o público menor de idade, Pool narra sua história cheia de ‘glamour’ com seu sarcasmo e ironia habituais. Alguns momentos em que a coisa ‘sai de controle’ ele tem um ‘bip’ em sua mão para fazer os cortes das palavras mais cabulosas, tornando os momentos ainda mais cômicos. E isso funciona bem durante toda essa parte nova do longa.

Os diálogos e as piadas são muito boas! rsrs
 Fred Savage também se posiciona bem e faz um par extremamente dinâmico com nosso querido protagonista. Os diálogos dos dois são em alguns momentos chave e tem certa afinidade dentro do contexto. Piadas sobre bandas, sobre a Marvel e a Fox e uma série de outras ‘trollagens’ que permeiam o universo de Pool estão aqui. Como o ‘Mercenário’ sabe que é, nesse caso, um personagem de um filme (nos quadrinhos ele sabe que é um quadrinho) e costuma ‘quebrar a quarta parede’ constantemente, não é surpresa nenhuma essa interação do real com o imaginário nesse também.

Tudo é motivo para fazer 
 Ademais, no que posso falar a respeito do longa, existe uma belíssima homenagem ao nosso queridíssimo Stan Lee (in memorian) logo depois dos créditos finais. Um deslumbre merecido a um dos maiores quadrinistas do nosso tempo.
 Enfim, vale a pena ver o filme? RECOMENDADO! Divertido e irreverente como sempre, “Era uma vez um Deadpool” explora um pouco mais desse personagem tão diferenciado criado por Lee. E apesar de ser uma releitura do segundo filme para menores, ainda assim continua a ser, em certo sentido, crítico e politicamente incorreto. E a homenagem no fim do filme é um grande respeito ao vasto legado de icônicos e diferenciados heróis e vilões criados por Stan Lee. Se és fã, vale sim o ingresso! ;D

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Reflexão bíblica

 "Dai graças ao Senhor porque Ele é bom; porque Sua benignidade dura para sempre" Salmos 107.1
 Mais um ano se passou. Tivemos momentos de aflições, angústias, até lágrimas rolaram do nossos rostos. Porém nem só de dores vive o ser humano. Momentos de alegria, descontração e louvores a Deus permearam nossas vidas decerto. Entretanto em tudo isso que vivemos em 2018 sabemos que foi Ele minunciosamente tratando de nós, concedendo a nós aprendizado, crescimento e acima de tudo, nos moldando para nos tornarmos pessoas melhores a cada novo ano que se passa. Se conseguimos perceber isso em nós, se conseguimos notar essa mudança de postura e de como vemos determinadas coisas em nossas vidas, já temos certeza que saímos vitoriosos do ano que se passou. Se ainda não consegues perceber sua auto-evolução, é porque ainda não fez e/ou faz uma auto-análise constante sobre você mesmo. Comece a fazer e seja grato ao nosso Senhor por todos os benefícios que Ele tem te feito. 'Ele é bom', diz o texto em apreço. E se Ele é a bondade, certamente tudo o que o Pai faz por nós também é bom. Pois Ele ama sua criação e quer que todos O encontrem. Agradeça a Deus por todas as coisas, mesmo que elas não tenham sido tão boas assim, porque 'Sua benignidade dura para sempre' e nosso Senhor está no controle de tudo. Que o ano vindouro possa trazer os frutos de todo seu esforço em Cristo, e que seja de paz, alegria, adoração e comunhão com Deus. São os votos deste que vos escreve. Medite nessa mensagem e um FELIZ 2019 a todos! 

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Filmes

BUMBLEBEE (Avaliação 4,5/5 - Excelente!)

Ótimo poster nacional! ^^

 Com um tom mais intimista e menos escandaloso dos outros filmes dos “Transformers”, derivado dirigido por Travis Knight é o melhor em anos de franquia. Vamos a análise! ^^
 Como grande fã dos personagens desta maravilhosa linha de robôs gigantes vindos do espaço, tal foi minha decepção com a última edição deste longa. Uma história que perdeu seu rumo assim como toda a concepção da ideia do que representam Autobots e Decepticons na memória daquele que viveu sua infância assistindo esse desenho. O roteiro daquele beirava o insano e isso tirando o fator do excessivo estrondo das batalhas que muitas das vezes se prolongavam sem objetivo nenhum. É. Estou criticando novamente “Transformers 5” para mostrar que sem Michaell Bay na direção a coisa pode ser absurdamente melhor. E já começo rasgando elogios para o diretor que buscou em algo mais comovente um ‘gancho’ para contar uma belíssima história sobre robôs e humanos. Uma que realmente funcione nesse universo, sem apelações escandalosas ou piadas obscenas sem sentido.

A ótima dupla protagonista! <3
 A começar pelo ótimo roteiro, que busca incessantemente mostrar que os humanos que estão ali não são ‘figurantes de luxo’ ou os ‘salvadores do universo’ e sim pessoas comuns que interagem com os protagonistas criando laços e motivações reais para estarem naquele contexto, explicando com clareza o que e como aqueles humanos chegaram as suas decisões e posturas, com coerência, bom senso e sempre mostrando que eles é que são os secundários da história, não os robôs. Some tudo isso ao carisma incontestável da atriz Hailee Stainfeld, quer por sua simpatia, quer por sua doce e comovente atuação junto ao Bee. Tudo é muito orgânico nessa relação, sem forçar a barra e nem criar contexto vazio. Só por aí o filme já tem meu crédito. :)
 Aliás, ‘orgânico’ é realmente a minha palavra da vez para este filme. Não só a relação dos humanos e robôs, mas também a técnica empregada nesse para a renderização em CGI dos personagens foi extremamente fluida. Tudo procede de modo suave, fazendo crer de fato que o Bumblebee realmente está ali, que ele é real – principalmente nos momentos onde há um contato físico entre as partes. Considerei muito melhor dessa vez a produção dos efeitos visuais e especiais, pois além de voltarem as origens de como os protagonistas eram – Bee é um fusca nessa versão –, ainda criaram uma “Cybertron” com mais estilo de desenho animado do que outrora. Logo nos primeiros minutos eu já curti demais o visual de tudo que vi em tela. ^^

O ótimo John Cena em ação! ;)
 Existe um momento já no terceiro ato que é visualmente muito legal. A fotografia se foca numa batalha entre Bee e um dos vilões com a menina correndo em frente a ação. Muito bem enquadrada a cena. E ainda falando das batalhas, elas são em menor escala, porém muito mais expressivas e bem menos cansativas do que nos longas anteriores, pois elas tem motivo e propósito e não apenas jogar poeira na tela. A luta de Bee em cumprir o que seu líder havia lhe ordenado após sair do seu planeta natal faz com que esses combates sejam motivados e é por isso que eles são visualmente lindos e perfeitamente encaixados no contexto. Sim, é assim que se faz cenas de luta, Bay. Aprenda! (rsrsrs)
 O 3D da película é altamente satisfatório e produz efeitos muito bonitos em tela. Tem ótima profundidade e faz imergir profundo nas cenas. As camadas dessa vez realmente funcionam e proporcionam um ótimo espetáculo visual, agregando e muito no quesito diversão. Mais um filme que recomendo assistir no recurso por ser positivo o retorno. ^^
 Enfim, vale a pena ver o filme? MUITO RECOMENDADO! Um dos melhores – senão o melhor – filme da franquia ‘Transformers’ até agora, o derivado “Bumblebee” surpreende pelo roteiro coeso, pela ótima participação também do ator John Cena e pelos efeitos que alcançaram um nível superior ao que fora vista anteriormente. Junte isso ao fato de termos uma comovente história juvenil e teremos os ingredientes perfeitos para as futuras continuações. Se és fã da franquia como eu, vá e se divirta. Vale muito o ingresso! :D

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Filmes

AQUAMAN (Avaliação 5/5 - Excelente!)

Ótimo poster nacional! :)
 James Wan surpreende com filme belíssimo esteticamente e roteiro coeso e muito bem escrito sobre a origem do herói. Vamos a análise! ^^
 Desde o surgimento do personagem em 1941, houve diversas boas histórias envolvendo o protagonista e algumas que levaram o mesmo a uma certa depreciação por parte do público, o que por um bom tempo deixou ligeiramente manchada sua imagem para todos os que não são tão aficionados por quadrinhos – e até para os que são também. Porém desde seu surgimento como ‘cameo’ em “Batman vs Superman” e sua aparição em “Liga da Justiça”, um novo visual extremamente diferente do que se vê em suas histórias nos foi apresentado e, particularmente eu, este que vos escrevo, gostei demais do que vi em tela. Aliás, curti mais esse visual rústico de Aquaman dos cinemas do que nos próprios quadrinhos. Apesar de ter sido Zack Snyder que ousou renovar essa nova aparência de Arthur Curry, foi nas mãos de James Wan que o novo longa foi entregue com a missão de, além de trazer sua origem, erguer tanto a imagem do mesmo quanto a aceitação dos filmes da DC, que estava meio em baixa com todos em geral devido a alguns equívocos cinematográficos anteriores. Uma tarefa dificílima e árdua, diga-se de passagem.

A belíssima Atlanna (Nicole Kidman) e seu herdeiro ^^

 Filmes como “Aquaman” requerem, pra começar, uma enxurrada de efeitos, tanto visuais quanto especiais, pois como o personagem é aquático, não há muito espaço para efeitos práticos ou cenários simplificados. Tudo neste filme tinha de ser grandioso, tecnológico e belo. E para surpresa do todos, foi. O nível de qualidade visual do filme é de arrepiar. Cenários submersos de tirar o fôlego de tão incríveis, cidades marinhas retratadas com um grau de cuidado realmente impressionante. Wan conseguiu transportar toda a mitologia em torno da cidade do protagonista tão bem para as telas, que só o deslumbre das CGIs já seriam motivos de sobra para aplaudir o longa. Multicoloridas e ricamente detalhadas, produzem por si só uma fotografia que encanta na primeira visualização. Foi muito bem colocada essa parte dos efeitos no filme. ^^
 Não bastasse o visual impecável, o roteiro foi escrito de tal forma que pudéssemos conhecer mais do personagem e sua personalidade, suas falhas e seu potencial. Não há momentos em que a história decresça de alguma forma. Em todo momento, assim como em “Mulher-Maravilha”, vemos nosso querido Arthur Curry evoluir, tanto como pessoa quanto como o herói que conhecemos de forma brilhante e prazerosa, com direto a risadas bem dosadas, atos bem pontuados e até a construção do vilão – ou dos vilões, porque na verdade são 2 nesse filme – fazem você entender suas motivações e ações contra o protagonista. Você cria empatia com todos, se identifica e torce de verdade para que tudo se resolva no final. Parabéns a quem conseguiu abrilhantar a história do personagem com essa abordagem. ;)


ESSA dupla e ESSE diretor! ;D

 Ter de dar destaque aqui a alguém do elenco em específico seria um desrespeito da minha parte. Fantásticos Willen Dafoe (Vulko), Dolph Lundgren (Nereus), Patrick Wilson (Orm), Amber Heard (Mera), Nicole Kidman (Atlanna) e o próprio novato Jason Momoa (Arthur/Aquaman) abrilhantam todo o longa com atuações ricas e muito bem pontuadas. Percebe-se a química e conjunto entre todos eles. Um bom roteiro também pede bons atores para sua execução, e esse ‘cast’ realmente ‘mergulhou’ (olha o trocadilho rsrsrs) cada um em seu personagem de forma muito vibrante. E isso também inclui o ator Yahya Abdul Mateen II (Arraia Negra) que, apesar de sua subtrama ter sido em pequena escala nesse filme (acredito que no próximo ele será o destaque como vilão), sua história de origem também foi muito bem contada e vivida pelo ator. Não há o que desmerecer deste elenco. Até os jovens que deram vida ao Arthur mais novo foram realmente incríveis e só corroboram com a minha humilde opinião.  Parabéns mesmo a todos os envolvidos! :)
 A execução do 3D é satisfatória e eu recomendo assistir no recurso dessa vez. Bons efeitos permeiam o ambiente e a profundidade que ele concede ao fundo do mar é relevante e divertida. Percebe-se as camadas e o bom uso da tecnologia no longa, gerando ainda mais imersão. Eu sempre digo o quanto curto este efeito e quando é bom, elogio. Vale assistir dessa vez! ^^
 Enfim, vale a pena ver o filme? RECOMENDADÍSSIMO! O diretor James Wan conseguiu fazer com que “Aquaman” voltasse a ser um herói de respeito, conseguiu apresentar sua história de origem ao público de forma espetacular e ainda conseguiu trazer de volta a DC aos cinemas com um filme tão épico quando foi “Mulher-Maravilha”. Se és fã de quadrinhos, esse filme é imperdível para você. Vale demais o ingresso! :D

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Olá amigos do blog! ;)

 "Este será grande e será chamado filho do Altíssimo; o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi seu pai" Lucas 1.32
 Lucas narra o momento em que o anjo do Senhor vai até Maria e diz que ela conceberia um filho. Mas não era um filho qualquer. Era aquele que se transformaria na pessoa mais influente de toda a humanidade, e que teria 'todo o poder no Céu e na Terra'. "Este será grande", diz o texto em apreço. Jesus foi o maior homem que já passou por esta nossa morada terrena, sem dúvida nenhuma. Seu nascimento demarcou dois períodos da nossa história: o antes dEle e o depois, dada sua grandeza e importância para todos nós. Sabemos através de estudos que Jesus não nasceu na data estabelecida relacionada a celebração do Natal, porém nada nos impede de celebrarmos Cristo como nosso Redentor e Salvador! 'Foi Ele, e não nós, que nos fez povo Seu e ovelhas do Seu pasto', diz um outro texto bíblico. Amados, por mais que saibamos que devemos ser cautelosos quanto a real data do nascimento do nosso Senhor - pois nem os mais profundos estudos conseguem chegar a um real consenso sobre -, ainda assim, que possamos ao menos lembrar que um dia alguém nasceu para viver e morrer como um de nós, e nos ensinou caminhos perfeitos e riquezas insondáveis! Celebre Jesus em sua vida não somente neste dia, mas em todo o novo ano que se inicia, pois sem Ele, nada podemos fazer. Que Deus te abençoe e que cada um possa refletir quem de fato é Jesus em sua vida. Se é somente uma 'data comemorativa' ou se Ele realmente mora dentro de você. Medite nessa Palavra e seja edificado por ela em nome de Jesus!